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07/12/2010 13:10:02 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
O prazo para ajuste das posições acionárias da Telebrás (TELB3,TELB4) terá início na próxima quarta-feira (8), conforme o processo de grupamento de ações aprovado em assembleia geral extraordinária no último dia 3. Segundo a deliberação, o grupamento ocorrerá na proporção de 10 mil ações para 1 papel da mesma espécie... Os acionistas terão entre 8 de dezembro deste ano e 21 de janeiro de 2011 para ajustar livremente suas posições de ações em lotes múltiplos de 10 mil papéis. A partir então de 24 de janeiro, os ativos da Telebrás passarão a ser negociados apenas sob a forma recém-grupada, como cotação unitária. Entre 24 de janeiro e 2 de fevereiro de 2011 será suspensa a venda de ações da companhia via convênio bancário, bem como as transferências de ações em balcão e as ordens de transferência de ações.
07/12/2010 13:03:28 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
Os investidores que quiserem participar da oferta de ações da Anhanguera Educacional (AEDU11) têm até esta terça-feira (7) para apresentar os pedidos. Serão emitidos inicialmente 20 milhões de papéis ordinários sob o código AEDU3, sendo o preço por ação definido na próxima quinta-feira. A fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding.
07/12/2010 12:26:22 - José Costa (joscosta@bol.com.br): Ecod na escuta
Os conselhos da Brasil Ecodiesel e da Maeda Agroindustrial se reúnem nos próximos dias para avaliar se vão em frente com a operação para juntar as duas empresas, segundo apurou a repórter Melina Costa. Maior produtora de biodiesel do Brasil, a Brasil Ecodiesel informou no fim do mês passado que estava em negociações com a Maeda, de Ituverava (SP), que possui mais de 100 mil hectares plantados principalmente com soja e algodão. A deliberação dos conselhos é mais uma etapa do processo que só deve ser concluído com uma assembleia de acionistas da Brasil Ecodiesel. Esta, por sua vez, deve acontecer em meados de dezembro, caso os conselheiros se posicionem favoravelmente ao negócio. A holding de investimentos Veremonte, do empresário espanhol Enrique Bañuelos, detém cerca de 90% do capital da Maeda. Caso o negócio se concretize, a Brasil Ecodiesel deve se tornar uma empresa verticalizada - que vai produzir o combustível e seus insumos - com a missão de consolidar o setor de agribusiness no País. Emissão de ações. Conforme a Veremonte divulgou em outubro, a incorporação da Maeda pela Brasil Ecodiesel deveria se dar por meio de uma emissão de ações. Os acionistas da Brasil Ecodiesel deveriam ficar com 67% da nova empresa e os acionistas da Maeda com 33%.
07/12/2010 12:24:43 - Jorge Sampaio (jsampaio@pchelp.com.br): OGXP
Após uma bateria de encontros envolvendo analistas e executivos da OGX (OGXP3), um relatório publicado nesta segunda-feira (6) pelo HSBC destaca o potencial da companhia de petróleo do bilionário Eike Batista.O banco reitera sua recomendação de overweight (alocação acima da média de mercado) para as ações ordinárias da companhia, com preço-alvo fixado em 26,50 reais, um potencial de valorização de 29,7%. Dentre os pontos destacados pela analista Anisa Redman está a atuação da companhia na Bacia do Parnaíba, localizada no nordeste brasileiro. “A Bacia do Parnaíba gerou fluxo de notícias encorajador nos últimos meses. A OGX descobriu 15tcf (trilhões de pés cúbicos) de gás, o que dificilmente alguém incorpora em seus modelos de avaliação ainda. Avaliado em US$5,6/mil metros cúbicos e ajustado por um fator de recuperação conservador de 20% e lucratividade de 30% da taxa de sucesso, Parnaíba adicionaria US$5 bilhões, ou 10% à nossa avaliação da OGX”, considera Anisa. O relatório afirma ainda que a OGX acelerou seu plano de exploração do Parnaíba, renovando o interesse da Petrobras na área. “As preocupações dos investidores sobre o excesso de oferta iminente do mercado de gás doméstico podem ser acalmadas pela existência de um grande cliente para o gás da OGX, sua empresa-irmã MPX”, destaca a analista.
07/12/2010 11:45:19 - Rui Valadares (rvaladares@terra.com.br): BOA...nosso mercadinho...
A situação financeira das companhias brasileiras de capital aberto há tempos não é tão confortável como agora. O caixa cresce a uma velocidade superior à da dívida, e o movimento se acentua nos últimos trimestres. Mas, se por um lado o cenário é favorável para o aumento dos investimentos, por outro traz questionamentos sobre a gestão do dinheiro pelas empresas. Dois levantamentos baseados nos dados do terceiro trimestre do ano atestam esse cenário. Um deles, realizado pelo Valor Data, mostra que o caixa consolidado das companhias não financeiras listadas em bolsa alcançou R$ 237,5 bilhões em setembro, com crescimento de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. Sem considerar Petrobras e Vale, que pelo tamanho distorcem as comparações, o caixa das companhias atingiu R$ 173,2 bilhões, o que significa expansão de 30% em 12 meses e de 38% em relação ao terceiro trimestre de 2008, o último antes do estouro da crise financeira mundial. São altas superiores às da dívida financeira bruta, que alcançou R$ 397,7 bilhões, com aumentos de 17% e 35%, respectivamente. Com isso, a relação entre a dívida líquida e o patrimônio líquido das companhias também melhorou, embora não tenha atingido o patamar do terceiro trimestre de 2008. O indicador está em 40,9%, contra 44,1% no mesmo período de 2009 e 38,6% há dois anos. Outro levantamento, realizado pelo economista Geraldo Biasoto, presidente da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) de São Paulo, analisou os balanços de 193 empresas não financeiras, excluindo Petrobras. A pesquisa mostra que as companhias industriais estão menos endividadas hoje do que estavam no pré-crise, ou em setembro de 2008. A relação entre o endividamento líquido e o capital próprio das empresas atingiu 0,31 no fim do terceiro trimestre deste ano, não só inferior aos 0,39 de setembro de 2009, mas também menor que há dois anos - 0,33 em setembro de 2008. "As empresas aproveitaram o momento de recuperação e, depois, a aceleração econômica, para deixarem seus balanços mais limpos", diz Biasoto, da Fundap. Alexandre Espírito Santo, economista da Way Investimentos e professor de finanças da ESPM-RJ, diz que um caixa forte é confortável para a empresa e os acionistas em épocas de crise, como a que o mundo tenta superar agora. Além disso, o dinheiro deixa as companhias preparadas para aproveitar oportunidades de negócios. "Quando o mercado internacional voltar a crescer, o que talvez ainda não aconteça em 2011, os investimentos vão se acelerar e as companhias brasileiras estarão prontas para isso."
07/12/2010 11:37:16 - Flavio Castro (fcastro@hotmail.com): Nota brasileira...
A presidente da Standard & Poor´s (S&P) no Brasil, Regina Nunes, acredita que a economia brasileira poderia ter uma elevação na nota de grau de investimento (rating), mas atualmente a perspectiva para é estável. Atualmente, o Brasil é BBB-. "É mais fácil alguns países europeus convergirem para baixo do que o Brasil subir. A S&P não acredita que o País vá andar para trás, mas avançar é o grande desafio", alertou Regina, que também participou do evento. Porém, para a especialista, as grandes reformas macroeconômicas que, por enquanto, não estão no cenário base poderiam modificar este cenário. "Política fiscal austera de, pelo menos 3% do PIB de superávit fiscal. Tem que voltar a fazer um sacrifício fiscal maior".
07/12/2010 11:30:28 - Fernando Silva (fernandosilva@bol.com.br): deu no Reservado
Esse negócio de a Vale ter um barril de terras raras pode não ser agora. Mas ainda vai dar muita alegria aos acionistas da companhia.
07/12/2010 10:39:43 - Luzia (luziasfig@bol.com.br): Pmam
Correm nas más linguas que a Vale estaria disposta a refazer uma oferta pela dita cuja...o preço?..ninguém sabe....
07/12/2010 10:29:33 - Guilherme (guitav@bol.com.br): Sou mais a LLXL doravante...
Artur Delorme, analista da Ativa- “Ressaltamos que a aparente variação de aproximadamente 800% no preço da PRTX3, assim como a queda de 40% de LLXL3, foi distorcida devido ao fato do preço de abertura deste papel ter sido determinado pelo valor patrimonial dos seus ativos, embora ainda sejam pré-operacionais”, escreveu o analista em relatório. Além disso, a cisão dos ativos da LLX, os quais serão posteriormente vendidos à MMX (MMXM3), é neutra para o mercado, segundo o analistas. Já a possibilidade de elevar o transporte do minério de ferro de 50 milhões para 100 milhões de toneladas por ano devido à aquisição de terras anunciada na sexta-feira (6) é vista como positiva. “A notícia da cisão da PortX já era conhecida pelo mercado, o que resulta em um impacto neutro para as ações”, apontou. No entanto, a possível expansão da capacidade é positiva, já que a receita do Porto Sudeste será proporcional ao volume transportado, ressaltou o analista.
07/12/2010 10:12:25 - Henrique S. (henriques@zipmail.com.br): UFA!!!
Londres +1,08%...Frankfurt +1,04%...Paris +2,01%...S&P FUT ,72%..Nosso Fut +1,33%
07/12/2010 10:07:55 - Antonio Carlos (acarlos@bol.com.br): HRTP
O Banco do Brasil iniciou a cobertura da HRT (HRTP3) com recomendação de compra e preço potencial para o final de 2011 de R$ 2 mil, upside (potencial teórico de valorização) de 28,07% em relação ao último fechamento. Segundo o relatório, assinado pelo analista Nelson Rodrigues de Matos, o valor da empresa foi calculado pelo método do fluxo de caixa descontado, com taxa nominal de 13,1% ao ano.
07/12/2010 10:05:14 - Branco (rbranco@uol.com.br): A noticia do site
A Companhia Paranaense de Energia (Copel) comunica que seu Conselho de Administração aprovou o programa de investimentos previsto para 2011. O orçamento totaliza R$ 2,060 bilhões, divididos em geração e transmissão (R$ 1,024 bilhão), distribuição (R$ 933 milhões) e telecomunicações (R$ 102 milhões). "Nestes valores não estão incluídos investimentos em possíveis aquisições, em projetos de geração e transmissão advindos de futuras licitações, além daqueles a serem realizados pelas suas empresas controladas", diz o comunicado da Copel.
07/12/2010 09:53:12 - Josias de Souza (jsouza@uscf.org): Produção que é bom...tá complicado...
O processo de venda de participação minoritária nos blocos da OGX Petróleo e Gás, na Bacia de Campos seguirá em andamento durante o ano de 2011, sem data prevista para ser concluído. Anteriormente, a companhia havia informado que pretendia concluir a operação até o fim deste ano. A explicação é que se trata de processo dinâmico devido à intensa campanha de perfuração em andamento, com quatro sondas em operação em Campos, perfurando novos poços pioneiros, delimitatórios e de desenvolvimento da produção que, associados a alta taxa de sucesso, agregam valor aos recursos e aos acionistas a cada passo. A empresa também informa que tem "sólida posição financeira, com mais de US$ 3 bilhões em caixa, suficiente para suportar todos os compromissos exploratórios e ainda o início do desenvolvimento da produção", previsto para meados de 2011. Em relação ao prospecto Vesúvio, a OGX reiterou que foram perfurados três poços na acumulação e em todos foi comprovada a presença de óleo, por meio de perfis e coleta de amostras. No teste de formação realizado num desses poços, o OGX-9DB, questões técnicas, impediram a coleta de informações adicionais sobre características e vazão do reservatório. E foram iniciados os trabalhos com a consultoria norte-americana DeGolyer & MacNaughton para uma nova avaliação de recursos riscados e recursos contingentes para as bacias de Campos e Parnaíba, com conclusão prevista para o início de 2011.
07/12/2010 09:18:40 - C. Carvalho (ccarvalho@zipmail.com): BRPR
Com um modelo de negócios diferenciado e um amplo portfólio de investimento em imóveis comerciais, a BR Properties (BRPR3) é uma ação forte para quem quer investir no setor imobiliário. A avaliação é do Bank of America em relatório de início de cobertura para o papel nesta segunda-feira (6), que traz também recomendação de compra para a ação. Os analistas Fanny Oreng e Carlos Peyrelongue destacam a carteira multifacetada de empreendimentos da companhia, que inclui aquisição, administração e venda de imóveis comerciais variados como escritórios, galpões industriais e de varejo. O preço-alvo definido pelo banco foi de 25 reais por ação. A perspectiva de crescimento é outra vantagem competitiva para a empresa, baseada em sua estratégia agressiva para o aumento da área bruta locável, e deve impactar positivamente as ações. “Ainda que já estejamos incluindo a estimativa de 580 milhões de reais em aquisições, em linha com o guidance, a companhia está analisando alvos de até 4,4 bilhões de reais”. Pelas estimativas do BofA, cada 100 milhões de reais em aquisições aumenta a avaliação da ação em 0,20 real.
07/12/2010 09:05:14 - Paulo Bianchini (pbianchi@zipmail.com.br): Boas novas
Nova York - As taxas dos principais títulos da dívida externa do Brasil estão no menor patamar em seis meses em relação aos da Rússia. O nível atual reflete expectativas de que a nota de crédito brasileira será elevada. Leia Mais 07/12/2010 | Brasil é o 3º que mais evoluiu em educação na última década 07/12/2010 | Anefac diz que aumento do compulsório bancário inibe aumento da Selic 07/12/2010 | Lula diz que decisão de compra de 36 caças de combate é de Dilma 07/12/2010 | Brasil é responsável por 52% dos gases do efeito estufa na América Latina Os bônus em dólar do Brasil com vencimento em 2019 rendiam na semana passada 132 pontos-base a menos do que a dívida de prazo semelhante da Rússia, que tem nota de crédito um nível maior. A diferença é a maior desde maio, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. A diferença aumentou porque as taxas dos papéis russos subiram mais rápido do que as dos títulos brasileiros no último mês. Economistas sondados pelo Banco Central estimam que a economia brasileira vai crescer 7,5 por cento este ano, o ritmo mais acelerado em mais de duas décadas e quase o dobro da expansão prevista pelo Ministério da Economia da Rússia. Para a inflação, a projeção é que os preços no Brasil avancem menos do que na Rússia. O presidente do BC, Henrique Meirelles, disse ontem que a classificação BBB- do Brasil também é baixa em comparação com Itália, Portugal e Irlanda, que têm notas pelo menos três níveis mais altas, e provavelmente será elevada. “O Brasil tem sido negociado como BBB+ já há algum tempo”, disse David Spegel, estrategista-chefe de dívida de mercados emergentes do ING Groep NV em Nova York. “As agências de classificação de crédito têm estado tão atrás da curva que o mercado vê isso como meio irrelevante.” A taxa dos bônus brasileiros de cupom 5,875 por cento com vencimento em 2019 despencou 118 pontos-base, ou 1,18 ponto percentual, desde o final de abril para 3,59 por cento, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. O rendimento do título russo com cupom 5 por cento e vencimento em 2020 caiu 53 pontos-base no mesmo período. No último mês, o rendimento das notas russas subiu 57 pontos-base e as do Brasil, 42. Grau de investimento O Brasil, que recebeu pela primeira vez o grau de investimento em 2008, é classificado um nível abaixo da Rússia, que tem nota BBB pela Standard & Poor’s, e dois níveis abaixo da nota russa Baa1 pela Moody’s Investors Service. “Isso reflete as divergências fundamentais”, disse Win Thin, estrategista-chefe global de mercados emergentes da Brown Brothers Harriman & Co. em Nova York. “Ainda que a Rússia tenha classificação superior à do Brasil, essas notas perderam todo significado. O Brasil é mais seguro. O Brasil tem mais credibilidade.” A melhora da nota brasileira depende de como o governo da presidente eleita Dilma Rousseff vai retirar as medidas de estímulo implantadas durante a crise financeira global, disse ontem Regina Nunes, representante da Standard & Poor’s no País, durante um evento em São Paulo.
07/12/2010 09:00:45 - Jose Linhares (zelinhares@ig.com.br): Atenção auto peças...
Quase dobraram as taxas de juros cobradas dos financiamentos de veículos nos planos sem entrada depois que o Banco Central (BC) baixou o pacote de arrocho do crédito na sexta-feira. O aumento dos encargos financeiros deve provocar queda de até 20% nas vendas de carros zero quilômetro e atingir principalmente o consumidor de baixa renda que, por falta de recursos, optava pelos planos longos e sem entrada.
07/12/2010 08:35:14 - Romualdo (romusilva@rvnet.com.br): olho nessa hoje...
O Conselho de Contribuintes da Secretaria Estadual de Fazenda vai decidir hoje, em sessão às 13h30m, se a principal atividade da Refinaria de Manguinhos é mesmo o refino de petróleo, como ela sustenta, ou se é a distribuição de combustíveis para o mercado varejista. A pauta do dia prevê o julgamento do recurso apresentado pela empresa, só acolhido por força de liminar judicial, contra reenquadramento de sua inscrição — no cadastro do ICMS — de refinaria para distribuidora. O ato de reenquadramento foi decidido, no ano passado, pela Secretaria Estadual de Fazenda, após a constatação de que a refinaria "não exerce efetivamente atividade de refino desde o ano de 2005, como por ela expressamente confessado em seu relatório de administração". Para Manguinhos, a condição de refinaria garante a possibilidade de comprar gasolina de outra refinaria sem reter o ICMS no destino (substituição tributária). Manguinhos é o principal alvo da Operação Alquila, desenvolvida pela Polícia Civil, no ano passado, para investigar as ações de uma suposta quadrilha de sonegadores do ICMS. Relatório produzido por fiscais da Fazenda estadual revela que o esquema de fraude provoca um rombo anual de R$ 162 milhões na arrecadação de tributos estaduais. A Procuradoria Geral do Estado, ao defender o reenquadramento, argumentou que há, "no caso concreto, o risco de dano irreversível ao Estado do Rio de Janeiro, em razão da manobra praticada por Manguinhos, que se vale do cadastro de refinaria para apresentar-se como substituta tributária, sem o ser de fato, importando em prejuízos anuais na arrecadação do estado a estratosférica quantia de R$ 162 milhões, conforme relatório da fiscalização".
07/12/2010 08:27:09 - Raposo (raposo@raposo.com): Enquanto não resolverem essa, não sobem!!!
Há R$ 2,16 bilhões em ações da Ambev, Ideiasnet, MMX, Inepar e Rede Energia em distribuição pública. Elas correspondem a sobras de aumento de capital privado de R$ 5,34 bilhões que não foram integralizadas pelos acionistas. A transação pode ser vantajosa para o investidor porque, ao contrário do que ocorre nas ofertas públicas, o preço mínimo de subscrição é definido previamente, quando a operação é aprovada pelo conselho de administração das empresas.
07/12/2010 08:11:46 - Carlos S. Lopes (cslopes@intercity.com): Mostrando serviço...
A TAM, a Brasil Ecodiesel e a Curcas - empresa especializada no desenvolvimento de projetos de energia renovável - anunciaram hoje que se uniram para analisar a viabilidade de um projeto integrado de produção sustentável de bioquerosene de aviação no Brasil. "Estamos trabalhando de forma colaborativa com empresas dos segmentos de aviação e de biocombustíveis para desenvolver um projeto totalmente integrado, desde a produção agrícola até a distribuição do combustível nos aeroportos. Nesta fase inicial, serão feitos os estudos necessários para comprovação da sustentabilidade e da viabilidade econômica da produção. Esperamos inciar a produção comercial em 2013", afirmou o diretor-executivo da Curcas, Rafael Abud. Segundo informaram as empresas em nota, o grupo conta ainda com a colaboração da fabricante de aeronaves Airbus e com a Air BP, unidade de distribuição de combustíveis para aviação da BP. Os estudos de sustentabilidade serão conduzidos pela Universidade de Yale, dos EUA, e patrocinados pela Airbus. O projeto prevê a utilização de diversas fontes de matéria-prima, com destaque para o pinhão-manso, bastante presente em projetos de agricultura familiar e do agronegócio.
07/12/2010 08:02:07 - Frederico Marzagão (fmarzagao@hotmail.com): Tá fora!!!
O presidente e sócio do BTG Pactual, André Esteves, descartou qualquer interesse na aquisição do Banco Panamericano. Diante do questionamento de jornalistas sobre eventuais aquisições após a capitalização de US$ 1,8 bilhão recebida pela instituição por um grupo de investidores internacionais, o executivo fez questão de desmentir os rumores que circularam na imprensa sobre um possível interesse do BTG em expandir as atividades para o varejo. Uma das alternativas, segundo as notícias, seria a compra do banco controlado pelo Grupo Silvio Santos, que no mês passado realizou um aporte de R$ 2,5 bilhões para cobrir um rombo contábil.
06/12/2010 14:09:58 - José Costa (joscosta@bol.com.br): LLXL moleza
Otávio Lazcano, CEO (Chief Executive Officer) da LLX (LLXL3), empresa de logística portuária pertencente ao grupo EBX, disse estar bastante "empolgado" sobre a possibilidade de movimentação de petróleo no Porto do Açu. Em teleconferência com os acionistas sobre a atualização do plano de negócios da LLX, Lazcano disse que a empresa tem atualmente diversos memorandos de entedimento com grandes petrolíferas atuantes no Brasil, como a Shell, que poderão desdobrar-se em contratos de longo prazo já no próximo ano. "É uma boa notícia para o acionista da LLX", declarou. De acordo com o executivo, a ideia é que além da capacidade de escoamento da produção de óleo cru, o porto fornecerá infraestrutura, com construção de tanques, para que as empresas possam processar o óleo, agregando valor ao produto. "As receitas que poderemos gerar com esses contratos são enormes, mas levará alguns meses antes que possamos converter os memorandos em contratos de longo prazo", sinalizou Lazcano, que mencionou ainda que o modelo de negócio com essas companhias ainda não está definido. Uma alternativa possível seria a cobrança de tarifas para que as companhias utilizassem as instalações da LLX para beneficiar o produto.
06/12/2010 13:02:38 - Antonio Carlos (acarlos@bol.com.br): CSAN
O mercado norte-americano, no curto prazo, deve continuar resistindo ao etanol produzido no Brasil através da cana-de-açúcar. Esta é a visão de Marcelo Martins, diretor Financeiro da Cosan (CSAN3). Segundo ele, porém, no médio prazo este cenário deve mudar. "Este ano nós tivemos uma eleição nos Estados Unidos para novos membros do Senado do país. Estes novos membros podem representar um avanço nesta questão, pois eles aparecem com ideias novas para a Casa", disse Martins. "Mas, ainda sim, no curto prazo eu não vejo uma alteração na questão da importação norte-americana do etanol brasileiro", completou. Neste sentido, Martins avalia que "no médio e longo prazo, eles [os norte-americanos] deverão acabar excluindo os empecilhos que atualmente existem na exportação do nosso etanol para lá", disse, em reunião da empresa junto à Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), realizada nesta segunda em São Paulo.
06/12/2010 12:27:58 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
Inicia-se nesta segunda-feira (6) o período de reservas para participar do processo de IPO (Oferta Pública Inicial) da Droga Raia, cuja distribuição contemplará a oferta primária e secundária de ações ordinárias. Os investidores terão até o próximo dia 15 para realizar os pedidos de reserva. O processo teve início quando a companhia entrou com pedido de distribuição dos papéis junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), em 26 de outubro. As ações da Droga Raia serão negociadas no Novo Mercado da BM&F Bovespa sob o código RAIA3. A precificação será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding. Contudo, os coordenadores da oferta estimam que o preço por ação se situará entre R$ 19,00 e R$ 24,00.
06/12/2010 12:23:11 - Fernando Silva (fernandosilva@bol.com.br): Deu no Reservado
O Ministério da Defesa tem usado a Embraer como cartão de visita em aproximações com países africanos. A companhia negocia a venda de jatos militares para a Nigéria.
06/12/2010 11:23:08 - Paulo Bianchini (pbianchi@zipmail.com.br): Com fome...
A Weg anunciou nesta segunda-feira (6/12) a compra da Equisul Indústria e Comércio, companhia especializada na fabricação de sistemas de alimentação elétrica ininterrupta, como no-breaks, fontes de alimentação e bancos de baterias. Segundo a empresa, a Equisul deve obter receita operacional de R$ 15 milhões em 2010. O preço da operação não foi informado Com a aquisição, a Weg incorpora o segmento à sua linha de produtos, que vai desde motores elétricos até tintas.
06/12/2010 11:11:03 - Flavio Castro (fcastro@hotmail.com): Por falar nela...
A Positivo (POSI3) anunciou nesta sexta-feira (6) a formação de uma joint venture com a BGH Sociedad Anónima para fabricar e comercializar diversos produtos de informática na Argentina e no Uruguai. A parceria produzirá desktops, notebooks, all-in-ones, e-books e tablets em uma nova planta industrial que será construída na província da Terra do Fogo, Antártida e Ilhas do Atlântico Sul, na Argentina, após cumprimento das formalidades legais. A operação foi realizada através da compra pela Positivo de 50% do capital social da Informática Fueguina, que era de titularidade direta e indireta da BGH. A administração da nova sociedade será compartilhada entre as duas companhias e tem investimento inicial estimado pela Positivo de US$ 8 milhões, com previsão de entrada em operação em meados de 2011. A BGH possui mais de 90 anos de atuação no mercado argentino, com penetração no mercado de varejo e governamental. A empresa já possui know-how na produção de eletroeletrônicos, telefones celulares e produtos de informática.
06/12/2010 11:03:18 - Fábio Uchoa (fuchoa@ipsnet.com.br): IBOV
O comportamento do Ibovespa, principal índice de ações do mercado brasileiro, trouxe esperança para os investidores. A alta (de 0,26%) foi pequena em relação à do dia anterior (de 2,42%). Mas a grande notícia foi a confirmação do rompimento, pelo índice, da linha de tendência de baixa em que se encontrava. "O Ibovespa rompeu a tendência na quarta-feira, quando ultrapassou os 69 mil pontos, e confirmou essa situação ontem, quando subiu ainda mais", avalia o analista gráfico Erich Beletti. O índice terminou o dia aos 69.527 pontos. Também agradou o fato de que a alta dos últimos dois dias aconteceu em pregões com volumes negociados superiores aos dos dias de baixa de novembro. O de ontem movimentou R$ 5,8 bilhões e o de quarta-feira, R$ 6,5 bilhões. "A realização de lucros que ocorreu em novembro trouxe o Ibovespa de volta para dentro de uma tendência de alta primária [de longo prazo] que começou em outubro de 2008. Em seguida, pontos importantes começaram a ser ultrapassados", explica Beletti. Daqui por diante, o índice tem resistências 70.500 e nos 72 mil pontos - patamar que o analista considera razoável para o encerramento do ano.
06/12/2010 10:43:11 - Branco (rbranco@uol.com.br): Carteirinha
O Credit Suisse divulgou a carteira de top picks do banco de investimentos para toda a América Latina no mês de dezembro. Dentre os dezesseis papéis relacionados, onze deles pertencem a empresas brasileiras. Com a exceção da Usiminas, todos os ativos incluídos na carteira tem classificação outperform, que de acordo com a metodologia do Credit Suisse, significa que o retorno total esperado da ação é superior ao desempenho projetado para o principal benchmark daquele mercado em pelo menos 10% a 15% (ou mais, dependendo do risco) nos próximos 12 meses. Confira os ativos de empresas brasileiras recomendados pelo Credit Suisse: Empresa Ticker Preço-alvo Upside* Gafisa GFSA3 R$ 18,00 46,46% CSN CSNA3 R$ 37,00 41,70% Banco do Brasil BBAS3 R$ 45,00 34,36% Usiminas USIM5 R$ 25,00 32,27% Itaú Unibanco ITUB4 R$ 52,00 29,51% Pão de Açúcar PCAR5 R$ 93,00 31,56% PDG Realty PDGR3 R$ 13,00 28,71% Ambev AMBV4 R$ 260,00 12,40% Braskem BRKM5 R$ 22,00 19,11% Embraer (ADR) ERJ US$ 37,00 24,62% Vale (ADR) VALE US$ 39,00 16,18%
06/12/2010 10:19:17 - Branco (rbranco@uol.com.br): + Positivo
A concorrência agressiva que abateu as ações da Positivo (POSI3) vai continuar a pautar o mercado de tecnologia no Brasil – mas não para sempre. E uma recuperação potencial dos papéis pode torná-los bem atraentes, alerta o Bradesco em relatório nessa sexta-feira (3), no qual revisou a recomendação para compra das ações (a avaliação anterior era manutenção). “Não acreditamos que a competição acirrada no setor seja sustentável no longo prazo”, dizem os analistas Luiz Azevedo e Rodrigo Santoro. “O upside é vantajoso dado o pobre desempenho recente das ações”, explicam. O relatório não descarta, no entanto, a volatilidade dos papéis e a falta de catalisadores para a alta no curto prazo, e diminui o preço-alvo das ações de 24 reais para 16,60 depois do que chama de resultados trimestrais “desapontadores”. A ressalva final dos analistas esclarece que a Positivo é um investimento de risco, e as ações devem ainda passar por bastante volatilidade.
06/12/2010 10:07:22 - Guilherme (guitav@bol.com.br): Banquinhos...
As opiniões dos analistas divergem sobre as medidas anunciadas pelo Banco Central e o CMN (Conselho Monetário Nacional) na última sexta-feira (3) e o impacto sobre o setor bancário, com visões que interpretam as medidas tanto negativamente como também de forma neutra. Para a equipe de analistas da Ágora Corretora, as novas medidas devem ter impacto negativo para o setor bancário brasileiro no curto prazo, uma vez que “deverá resultar na redução da liquidez no mercado, na queda da demanda por crédito por parte das pessoas físicas, além de maiores pressões no custo de financiamento”. Mais especificamente, na visão destes analistas, o banco mais afetado deverá ser o Banco do Brasil (BBAS3), pois possuí o menor índice de Basiléia. Na opinião dos analistas da Ativa Corretora, as medidas tem impacto negativo para o setor, de modo geral, mas especialmente para os bancos com maior exposição à pessoas físicas, “onde os grande bancos se destacam, com 32% a 38% de suas carteiras de crédito neste segmento”. Para os analistas, essas medidas reduzem o espaço para concessão adicional de crédito por parte dos bancos, que projetavam crescimento entre 15% e 20% de suas carteiras de crédito no próximo ano e que agora pode ser “significativamente menor”.
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07/12/2010 13:10:02 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
O prazo para ajuste das posições acionárias da Telebrás (TELB3,TELB4) terá início na próxima quarta-feira (8), conforme o processo de grupamento de ações aprovado em assembleia geral extraordinária no último dia 3. Segundo a deliberação, o grupamento ocorrerá na proporção de 10 mil ações para 1 papel da mesma espécie... Os acionistas terão entre 8 de dezembro deste ano e 21 de janeiro de 2011 para ajustar livremente suas posições de ações em lotes múltiplos de 10 mil papéis. A partir então de 24 de janeiro, os ativos da Telebrás passarão a ser negociados apenas sob a forma recém-grupada, como cotação unitária. Entre 24 de janeiro e 2 de fevereiro de 2011 será suspensa a venda de ações da companhia via convênio bancário, bem como as transferências de ações em balcão e as ordens de transferência de ações.
07/12/2010 13:03:28 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
Os investidores que quiserem participar da oferta de ações da Anhanguera Educacional (AEDU11) têm até esta terça-feira (7) para apresentar os pedidos. Serão emitidos inicialmente 20 milhões de papéis ordinários sob o código AEDU3, sendo o preço por ação definido na próxima quinta-feira. A fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding.
07/12/2010 12:26:22 - José Costa (joscosta@bol.com.br): Ecod na escuta
Os conselhos da Brasil Ecodiesel e da Maeda Agroindustrial se reúnem nos próximos dias para avaliar se vão em frente com a operação para juntar as duas empresas, segundo apurou a repórter Melina Costa. Maior produtora de biodiesel do Brasil, a Brasil Ecodiesel informou no fim do mês passado que estava em negociações com a Maeda, de Ituverava (SP), que possui mais de 100 mil hectares plantados principalmente com soja e algodão. A deliberação dos conselhos é mais uma etapa do processo que só deve ser concluído com uma assembleia de acionistas da Brasil Ecodiesel. Esta, por sua vez, deve acontecer em meados de dezembro, caso os conselheiros se posicionem favoravelmente ao negócio. A holding de investimentos Veremonte, do empresário espanhol Enrique Bañuelos, detém cerca de 90% do capital da Maeda. Caso o negócio se concretize, a Brasil Ecodiesel deve se tornar uma empresa verticalizada - que vai produzir o combustível e seus insumos - com a missão de consolidar o setor de agribusiness no País. Emissão de ações. Conforme a Veremonte divulgou em outubro, a incorporação da Maeda pela Brasil Ecodiesel deveria se dar por meio de uma emissão de ações. Os acionistas da Brasil Ecodiesel deveriam ficar com 67% da nova empresa e os acionistas da Maeda com 33%.
07/12/2010 12:24:43 - Jorge Sampaio (jsampaio@pchelp.com.br): OGXP
Após uma bateria de encontros envolvendo analistas e executivos da OGX (OGXP3), um relatório publicado nesta segunda-feira (6) pelo HSBC destaca o potencial da companhia de petróleo do bilionário Eike Batista.O banco reitera sua recomendação de overweight (alocação acima da média de mercado) para as ações ordinárias da companhia, com preço-alvo fixado em 26,50 reais, um potencial de valorização de 29,7%. Dentre os pontos destacados pela analista Anisa Redman está a atuação da companhia na Bacia do Parnaíba, localizada no nordeste brasileiro. “A Bacia do Parnaíba gerou fluxo de notícias encorajador nos últimos meses. A OGX descobriu 15tcf (trilhões de pés cúbicos) de gás, o que dificilmente alguém incorpora em seus modelos de avaliação ainda. Avaliado em US$5,6/mil metros cúbicos e ajustado por um fator de recuperação conservador de 20% e lucratividade de 30% da taxa de sucesso, Parnaíba adicionaria US$5 bilhões, ou 10% à nossa avaliação da OGX”, considera Anisa. O relatório afirma ainda que a OGX acelerou seu plano de exploração do Parnaíba, renovando o interesse da Petrobras na área. “As preocupações dos investidores sobre o excesso de oferta iminente do mercado de gás doméstico podem ser acalmadas pela existência de um grande cliente para o gás da OGX, sua empresa-irmã MPX”, destaca a analista.
07/12/2010 11:45:19 - Rui Valadares (rvaladares@terra.com.br): BOA...nosso mercadinho...
A situação financeira das companhias brasileiras de capital aberto há tempos não é tão confortável como agora. O caixa cresce a uma velocidade superior à da dívida, e o movimento se acentua nos últimos trimestres. Mas, se por um lado o cenário é favorável para o aumento dos investimentos, por outro traz questionamentos sobre a gestão do dinheiro pelas empresas. Dois levantamentos baseados nos dados do terceiro trimestre do ano atestam esse cenário. Um deles, realizado pelo Valor Data, mostra que o caixa consolidado das companhias não financeiras listadas em bolsa alcançou R$ 237,5 bilhões em setembro, com crescimento de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. Sem considerar Petrobras e Vale, que pelo tamanho distorcem as comparações, o caixa das companhias atingiu R$ 173,2 bilhões, o que significa expansão de 30% em 12 meses e de 38% em relação ao terceiro trimestre de 2008, o último antes do estouro da crise financeira mundial. São altas superiores às da dívida financeira bruta, que alcançou R$ 397,7 bilhões, com aumentos de 17% e 35%, respectivamente. Com isso, a relação entre a dívida líquida e o patrimônio líquido das companhias também melhorou, embora não tenha atingido o patamar do terceiro trimestre de 2008. O indicador está em 40,9%, contra 44,1% no mesmo período de 2009 e 38,6% há dois anos. Outro levantamento, realizado pelo economista Geraldo Biasoto, presidente da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) de São Paulo, analisou os balanços de 193 empresas não financeiras, excluindo Petrobras. A pesquisa mostra que as companhias industriais estão menos endividadas hoje do que estavam no pré-crise, ou em setembro de 2008. A relação entre o endividamento líquido e o capital próprio das empresas atingiu 0,31 no fim do terceiro trimestre deste ano, não só inferior aos 0,39 de setembro de 2009, mas também menor que há dois anos - 0,33 em setembro de 2008. "As empresas aproveitaram o momento de recuperação e, depois, a aceleração econômica, para deixarem seus balanços mais limpos", diz Biasoto, da Fundap. Alexandre Espírito Santo, economista da Way Investimentos e professor de finanças da ESPM-RJ, diz que um caixa forte é confortável para a empresa e os acionistas em épocas de crise, como a que o mundo tenta superar agora. Além disso, o dinheiro deixa as companhias preparadas para aproveitar oportunidades de negócios. "Quando o mercado internacional voltar a crescer, o que talvez ainda não aconteça em 2011, os investimentos vão se acelerar e as companhias brasileiras estarão prontas para isso."
07/12/2010 11:37:16 - Flavio Castro (fcastro@hotmail.com): Nota brasileira...
A presidente da Standard & Poor´s (S&P) no Brasil, Regina Nunes, acredita que a economia brasileira poderia ter uma elevação na nota de grau de investimento (rating), mas atualmente a perspectiva para é estável. Atualmente, o Brasil é BBB-. "É mais fácil alguns países europeus convergirem para baixo do que o Brasil subir. A S&P não acredita que o País vá andar para trás, mas avançar é o grande desafio", alertou Regina, que também participou do evento. Porém, para a especialista, as grandes reformas macroeconômicas que, por enquanto, não estão no cenário base poderiam modificar este cenário. "Política fiscal austera de, pelo menos 3% do PIB de superávit fiscal. Tem que voltar a fazer um sacrifício fiscal maior".
07/12/2010 11:30:28 - Fernando Silva (fernandosilva@bol.com.br): deu no Reservado
Esse negócio de a Vale ter um barril de terras raras pode não ser agora. Mas ainda vai dar muita alegria aos acionistas da companhia.
07/12/2010 10:39:43 - Luzia (luziasfig@bol.com.br): Pmam
Correm nas más linguas que a Vale estaria disposta a refazer uma oferta pela dita cuja...o preço?..ninguém sabe....
07/12/2010 10:29:33 - Guilherme (guitav@bol.com.br): Sou mais a LLXL doravante...
Artur Delorme, analista da Ativa- “Ressaltamos que a aparente variação de aproximadamente 800% no preço da PRTX3, assim como a queda de 40% de LLXL3, foi distorcida devido ao fato do preço de abertura deste papel ter sido determinado pelo valor patrimonial dos seus ativos, embora ainda sejam pré-operacionais”, escreveu o analista em relatório. Além disso, a cisão dos ativos da LLX, os quais serão posteriormente vendidos à MMX (MMXM3), é neutra para o mercado, segundo o analistas. Já a possibilidade de elevar o transporte do minério de ferro de 50 milhões para 100 milhões de toneladas por ano devido à aquisição de terras anunciada na sexta-feira (6) é vista como positiva. “A notícia da cisão da PortX já era conhecida pelo mercado, o que resulta em um impacto neutro para as ações”, apontou. No entanto, a possível expansão da capacidade é positiva, já que a receita do Porto Sudeste será proporcional ao volume transportado, ressaltou o analista.
07/12/2010 10:12:25 - Henrique S. (henriques@zipmail.com.br): UFA!!!
Londres +1,08%...Frankfurt +1,04%...Paris +2,01%...S&P FUT ,72%..Nosso Fut +1,33%
07/12/2010 10:07:55 - Antonio Carlos (acarlos@bol.com.br): HRTP
O Banco do Brasil iniciou a cobertura da HRT (HRTP3) com recomendação de compra e preço potencial para o final de 2011 de R$ 2 mil, upside (potencial teórico de valorização) de 28,07% em relação ao último fechamento. Segundo o relatório, assinado pelo analista Nelson Rodrigues de Matos, o valor da empresa foi calculado pelo método do fluxo de caixa descontado, com taxa nominal de 13,1% ao ano.
07/12/2010 10:05:14 - Branco (rbranco@uol.com.br): A noticia do site
A Companhia Paranaense de Energia (Copel) comunica que seu Conselho de Administração aprovou o programa de investimentos previsto para 2011. O orçamento totaliza R$ 2,060 bilhões, divididos em geração e transmissão (R$ 1,024 bilhão), distribuição (R$ 933 milhões) e telecomunicações (R$ 102 milhões). "Nestes valores não estão incluídos investimentos em possíveis aquisições, em projetos de geração e transmissão advindos de futuras licitações, além daqueles a serem realizados pelas suas empresas controladas", diz o comunicado da Copel.
07/12/2010 09:53:12 - Josias de Souza (jsouza@uscf.org): Produção que é bom...tá complicado...
O processo de venda de participação minoritária nos blocos da OGX Petróleo e Gás, na Bacia de Campos seguirá em andamento durante o ano de 2011, sem data prevista para ser concluído. Anteriormente, a companhia havia informado que pretendia concluir a operação até o fim deste ano. A explicação é que se trata de processo dinâmico devido à intensa campanha de perfuração em andamento, com quatro sondas em operação em Campos, perfurando novos poços pioneiros, delimitatórios e de desenvolvimento da produção que, associados a alta taxa de sucesso, agregam valor aos recursos e aos acionistas a cada passo. A empresa também informa que tem "sólida posição financeira, com mais de US$ 3 bilhões em caixa, suficiente para suportar todos os compromissos exploratórios e ainda o início do desenvolvimento da produção", previsto para meados de 2011. Em relação ao prospecto Vesúvio, a OGX reiterou que foram perfurados três poços na acumulação e em todos foi comprovada a presença de óleo, por meio de perfis e coleta de amostras. No teste de formação realizado num desses poços, o OGX-9DB, questões técnicas, impediram a coleta de informações adicionais sobre características e vazão do reservatório. E foram iniciados os trabalhos com a consultoria norte-americana DeGolyer & MacNaughton para uma nova avaliação de recursos riscados e recursos contingentes para as bacias de Campos e Parnaíba, com conclusão prevista para o início de 2011.
07/12/2010 09:18:40 - C. Carvalho (ccarvalho@zipmail.com): BRPR
Com um modelo de negócios diferenciado e um amplo portfólio de investimento em imóveis comerciais, a BR Properties (BRPR3) é uma ação forte para quem quer investir no setor imobiliário. A avaliação é do Bank of America em relatório de início de cobertura para o papel nesta segunda-feira (6), que traz também recomendação de compra para a ação. Os analistas Fanny Oreng e Carlos Peyrelongue destacam a carteira multifacetada de empreendimentos da companhia, que inclui aquisição, administração e venda de imóveis comerciais variados como escritórios, galpões industriais e de varejo. O preço-alvo definido pelo banco foi de 25 reais por ação. A perspectiva de crescimento é outra vantagem competitiva para a empresa, baseada em sua estratégia agressiva para o aumento da área bruta locável, e deve impactar positivamente as ações. “Ainda que já estejamos incluindo a estimativa de 580 milhões de reais em aquisições, em linha com o guidance, a companhia está analisando alvos de até 4,4 bilhões de reais”. Pelas estimativas do BofA, cada 100 milhões de reais em aquisições aumenta a avaliação da ação em 0,20 real.
07/12/2010 09:05:14 - Paulo Bianchini (pbianchi@zipmail.com.br): Boas novas
Nova York - As taxas dos principais títulos da dívida externa do Brasil estão no menor patamar em seis meses em relação aos da Rússia. O nível atual reflete expectativas de que a nota de crédito brasileira será elevada. Leia Mais 07/12/2010 | Brasil é o 3º que mais evoluiu em educação na última década 07/12/2010 | Anefac diz que aumento do compulsório bancário inibe aumento da Selic 07/12/2010 | Lula diz que decisão de compra de 36 caças de combate é de Dilma 07/12/2010 | Brasil é responsável por 52% dos gases do efeito estufa na América Latina Os bônus em dólar do Brasil com vencimento em 2019 rendiam na semana passada 132 pontos-base a menos do que a dívida de prazo semelhante da Rússia, que tem nota de crédito um nível maior. A diferença é a maior desde maio, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. A diferença aumentou porque as taxas dos papéis russos subiram mais rápido do que as dos títulos brasileiros no último mês. Economistas sondados pelo Banco Central estimam que a economia brasileira vai crescer 7,5 por cento este ano, o ritmo mais acelerado em mais de duas décadas e quase o dobro da expansão prevista pelo Ministério da Economia da Rússia. Para a inflação, a projeção é que os preços no Brasil avancem menos do que na Rússia. O presidente do BC, Henrique Meirelles, disse ontem que a classificação BBB- do Brasil também é baixa em comparação com Itália, Portugal e Irlanda, que têm notas pelo menos três níveis mais altas, e provavelmente será elevada. “O Brasil tem sido negociado como BBB+ já há algum tempo”, disse David Spegel, estrategista-chefe de dívida de mercados emergentes do ING Groep NV em Nova York. “As agências de classificação de crédito têm estado tão atrás da curva que o mercado vê isso como meio irrelevante.” A taxa dos bônus brasileiros de cupom 5,875 por cento com vencimento em 2019 despencou 118 pontos-base, ou 1,18 ponto percentual, desde o final de abril para 3,59 por cento, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. O rendimento do título russo com cupom 5 por cento e vencimento em 2020 caiu 53 pontos-base no mesmo período. No último mês, o rendimento das notas russas subiu 57 pontos-base e as do Brasil, 42. Grau de investimento O Brasil, que recebeu pela primeira vez o grau de investimento em 2008, é classificado um nível abaixo da Rússia, que tem nota BBB pela Standard & Poor’s, e dois níveis abaixo da nota russa Baa1 pela Moody’s Investors Service. “Isso reflete as divergências fundamentais”, disse Win Thin, estrategista-chefe global de mercados emergentes da Brown Brothers Harriman & Co. em Nova York. “Ainda que a Rússia tenha classificação superior à do Brasil, essas notas perderam todo significado. O Brasil é mais seguro. O Brasil tem mais credibilidade.” A melhora da nota brasileira depende de como o governo da presidente eleita Dilma Rousseff vai retirar as medidas de estímulo implantadas durante a crise financeira global, disse ontem Regina Nunes, representante da Standard & Poor’s no País, durante um evento em São Paulo.
07/12/2010 09:00:45 - Jose Linhares (zelinhares@ig.com.br): Atenção auto peças...
Quase dobraram as taxas de juros cobradas dos financiamentos de veículos nos planos sem entrada depois que o Banco Central (BC) baixou o pacote de arrocho do crédito na sexta-feira. O aumento dos encargos financeiros deve provocar queda de até 20% nas vendas de carros zero quilômetro e atingir principalmente o consumidor de baixa renda que, por falta de recursos, optava pelos planos longos e sem entrada.
07/12/2010 08:35:14 - Romualdo (romusilva@rvnet.com.br): olho nessa hoje...
O Conselho de Contribuintes da Secretaria Estadual de Fazenda vai decidir hoje, em sessão às 13h30m, se a principal atividade da Refinaria de Manguinhos é mesmo o refino de petróleo, como ela sustenta, ou se é a distribuição de combustíveis para o mercado varejista. A pauta do dia prevê o julgamento do recurso apresentado pela empresa, só acolhido por força de liminar judicial, contra reenquadramento de sua inscrição — no cadastro do ICMS — de refinaria para distribuidora. O ato de reenquadramento foi decidido, no ano passado, pela Secretaria Estadual de Fazenda, após a constatação de que a refinaria "não exerce efetivamente atividade de refino desde o ano de 2005, como por ela expressamente confessado em seu relatório de administração". Para Manguinhos, a condição de refinaria garante a possibilidade de comprar gasolina de outra refinaria sem reter o ICMS no destino (substituição tributária). Manguinhos é o principal alvo da Operação Alquila, desenvolvida pela Polícia Civil, no ano passado, para investigar as ações de uma suposta quadrilha de sonegadores do ICMS. Relatório produzido por fiscais da Fazenda estadual revela que o esquema de fraude provoca um rombo anual de R$ 162 milhões na arrecadação de tributos estaduais. A Procuradoria Geral do Estado, ao defender o reenquadramento, argumentou que há, "no caso concreto, o risco de dano irreversível ao Estado do Rio de Janeiro, em razão da manobra praticada por Manguinhos, que se vale do cadastro de refinaria para apresentar-se como substituta tributária, sem o ser de fato, importando em prejuízos anuais na arrecadação do estado a estratosférica quantia de R$ 162 milhões, conforme relatório da fiscalização".
07/12/2010 08:27:09 - Raposo (raposo@raposo.com): Enquanto não resolverem essa, não sobem!!!
Há R$ 2,16 bilhões em ações da Ambev, Ideiasnet, MMX, Inepar e Rede Energia em distribuição pública. Elas correspondem a sobras de aumento de capital privado de R$ 5,34 bilhões que não foram integralizadas pelos acionistas. A transação pode ser vantajosa para o investidor porque, ao contrário do que ocorre nas ofertas públicas, o preço mínimo de subscrição é definido previamente, quando a operação é aprovada pelo conselho de administração das empresas.
07/12/2010 08:11:46 - Carlos S. Lopes (cslopes@intercity.com): Mostrando serviço...
A TAM, a Brasil Ecodiesel e a Curcas - empresa especializada no desenvolvimento de projetos de energia renovável - anunciaram hoje que se uniram para analisar a viabilidade de um projeto integrado de produção sustentável de bioquerosene de aviação no Brasil. "Estamos trabalhando de forma colaborativa com empresas dos segmentos de aviação e de biocombustíveis para desenvolver um projeto totalmente integrado, desde a produção agrícola até a distribuição do combustível nos aeroportos. Nesta fase inicial, serão feitos os estudos necessários para comprovação da sustentabilidade e da viabilidade econômica da produção. Esperamos inciar a produção comercial em 2013", afirmou o diretor-executivo da Curcas, Rafael Abud. Segundo informaram as empresas em nota, o grupo conta ainda com a colaboração da fabricante de aeronaves Airbus e com a Air BP, unidade de distribuição de combustíveis para aviação da BP. Os estudos de sustentabilidade serão conduzidos pela Universidade de Yale, dos EUA, e patrocinados pela Airbus. O projeto prevê a utilização de diversas fontes de matéria-prima, com destaque para o pinhão-manso, bastante presente em projetos de agricultura familiar e do agronegócio.
07/12/2010 08:02:07 - Frederico Marzagão (fmarzagao@hotmail.com): Tá fora!!!
O presidente e sócio do BTG Pactual, André Esteves, descartou qualquer interesse na aquisição do Banco Panamericano. Diante do questionamento de jornalistas sobre eventuais aquisições após a capitalização de US$ 1,8 bilhão recebida pela instituição por um grupo de investidores internacionais, o executivo fez questão de desmentir os rumores que circularam na imprensa sobre um possível interesse do BTG em expandir as atividades para o varejo. Uma das alternativas, segundo as notícias, seria a compra do banco controlado pelo Grupo Silvio Santos, que no mês passado realizou um aporte de R$ 2,5 bilhões para cobrir um rombo contábil.
06/12/2010 14:09:58 - José Costa (joscosta@bol.com.br): LLXL moleza
Otávio Lazcano, CEO (Chief Executive Officer) da LLX (LLXL3), empresa de logística portuária pertencente ao grupo EBX, disse estar bastante "empolgado" sobre a possibilidade de movimentação de petróleo no Porto do Açu. Em teleconferência com os acionistas sobre a atualização do plano de negócios da LLX, Lazcano disse que a empresa tem atualmente diversos memorandos de entedimento com grandes petrolíferas atuantes no Brasil, como a Shell, que poderão desdobrar-se em contratos de longo prazo já no próximo ano. "É uma boa notícia para o acionista da LLX", declarou. De acordo com o executivo, a ideia é que além da capacidade de escoamento da produção de óleo cru, o porto fornecerá infraestrutura, com construção de tanques, para que as empresas possam processar o óleo, agregando valor ao produto. "As receitas que poderemos gerar com esses contratos são enormes, mas levará alguns meses antes que possamos converter os memorandos em contratos de longo prazo", sinalizou Lazcano, que mencionou ainda que o modelo de negócio com essas companhias ainda não está definido. Uma alternativa possível seria a cobrança de tarifas para que as companhias utilizassem as instalações da LLX para beneficiar o produto.
06/12/2010 13:02:38 - Antonio Carlos (acarlos@bol.com.br): CSAN
O mercado norte-americano, no curto prazo, deve continuar resistindo ao etanol produzido no Brasil através da cana-de-açúcar. Esta é a visão de Marcelo Martins, diretor Financeiro da Cosan (CSAN3). Segundo ele, porém, no médio prazo este cenário deve mudar. "Este ano nós tivemos uma eleição nos Estados Unidos para novos membros do Senado do país. Estes novos membros podem representar um avanço nesta questão, pois eles aparecem com ideias novas para a Casa", disse Martins. "Mas, ainda sim, no curto prazo eu não vejo uma alteração na questão da importação norte-americana do etanol brasileiro", completou. Neste sentido, Martins avalia que "no médio e longo prazo, eles [os norte-americanos] deverão acabar excluindo os empecilhos que atualmente existem na exportação do nosso etanol para lá", disse, em reunião da empresa junto à Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), realizada nesta segunda em São Paulo.
06/12/2010 12:27:58 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
Inicia-se nesta segunda-feira (6) o período de reservas para participar do processo de IPO (Oferta Pública Inicial) da Droga Raia, cuja distribuição contemplará a oferta primária e secundária de ações ordinárias. Os investidores terão até o próximo dia 15 para realizar os pedidos de reserva. O processo teve início quando a companhia entrou com pedido de distribuição dos papéis junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), em 26 de outubro. As ações da Droga Raia serão negociadas no Novo Mercado da BM&F Bovespa sob o código RAIA3. A precificação será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding. Contudo, os coordenadores da oferta estimam que o preço por ação se situará entre R$ 19,00 e R$ 24,00.
06/12/2010 12:23:11 - Fernando Silva (fernandosilva@bol.com.br): Deu no Reservado
O Ministério da Defesa tem usado a Embraer como cartão de visita em aproximações com países africanos. A companhia negocia a venda de jatos militares para a Nigéria.
06/12/2010 11:23:08 - Paulo Bianchini (pbianchi@zipmail.com.br): Com fome...
A Weg anunciou nesta segunda-feira (6/12) a compra da Equisul Indústria e Comércio, companhia especializada na fabricação de sistemas de alimentação elétrica ininterrupta, como no-breaks, fontes de alimentação e bancos de baterias. Segundo a empresa, a Equisul deve obter receita operacional de R$ 15 milhões em 2010. O preço da operação não foi informado Com a aquisição, a Weg incorpora o segmento à sua linha de produtos, que vai desde motores elétricos até tintas.
06/12/2010 11:11:03 - Flavio Castro (fcastro@hotmail.com): Por falar nela...
A Positivo (POSI3) anunciou nesta sexta-feira (6) a formação de uma joint venture com a BGH Sociedad Anónima para fabricar e comercializar diversos produtos de informática na Argentina e no Uruguai. A parceria produzirá desktops, notebooks, all-in-ones, e-books e tablets em uma nova planta industrial que será construída na província da Terra do Fogo, Antártida e Ilhas do Atlântico Sul, na Argentina, após cumprimento das formalidades legais. A operação foi realizada através da compra pela Positivo de 50% do capital social da Informática Fueguina, que era de titularidade direta e indireta da BGH. A administração da nova sociedade será compartilhada entre as duas companhias e tem investimento inicial estimado pela Positivo de US$ 8 milhões, com previsão de entrada em operação em meados de 2011. A BGH possui mais de 90 anos de atuação no mercado argentino, com penetração no mercado de varejo e governamental. A empresa já possui know-how na produção de eletroeletrônicos, telefones celulares e produtos de informática.
06/12/2010 11:03:18 - Fábio Uchoa (fuchoa@ipsnet.com.br): IBOV
O comportamento do Ibovespa, principal índice de ações do mercado brasileiro, trouxe esperança para os investidores. A alta (de 0,26%) foi pequena em relação à do dia anterior (de 2,42%). Mas a grande notícia foi a confirmação do rompimento, pelo índice, da linha de tendência de baixa em que se encontrava. "O Ibovespa rompeu a tendência na quarta-feira, quando ultrapassou os 69 mil pontos, e confirmou essa situação ontem, quando subiu ainda mais", avalia o analista gráfico Erich Beletti. O índice terminou o dia aos 69.527 pontos. Também agradou o fato de que a alta dos últimos dois dias aconteceu em pregões com volumes negociados superiores aos dos dias de baixa de novembro. O de ontem movimentou R$ 5,8 bilhões e o de quarta-feira, R$ 6,5 bilhões. "A realização de lucros que ocorreu em novembro trouxe o Ibovespa de volta para dentro de uma tendência de alta primária [de longo prazo] que começou em outubro de 2008. Em seguida, pontos importantes começaram a ser ultrapassados", explica Beletti. Daqui por diante, o índice tem resistências 70.500 e nos 72 mil pontos - patamar que o analista considera razoável para o encerramento do ano.
06/12/2010 10:43:11 - Branco (rbranco@uol.com.br): Carteirinha
O Credit Suisse divulgou a carteira de top picks do banco de investimentos para toda a América Latina no mês de dezembro. Dentre os dezesseis papéis relacionados, onze deles pertencem a empresas brasileiras. Com a exceção da Usiminas, todos os ativos incluídos na carteira tem classificação outperform, que de acordo com a metodologia do Credit Suisse, significa que o retorno total esperado da ação é superior ao desempenho projetado para o principal benchmark daquele mercado em pelo menos 10% a 15% (ou mais, dependendo do risco) nos próximos 12 meses. Confira os ativos de empresas brasileiras recomendados pelo Credit Suisse: Empresa Ticker Preço-alvo Upside* Gafisa GFSA3 R$ 18,00 46,46% CSN CSNA3 R$ 37,00 41,70% Banco do Brasil BBAS3 R$ 45,00 34,36% Usiminas USIM5 R$ 25,00 32,27% Itaú Unibanco ITUB4 R$ 52,00 29,51% Pão de Açúcar PCAR5 R$ 93,00 31,56% PDG Realty PDGR3 R$ 13,00 28,71% Ambev AMBV4 R$ 260,00 12,40% Braskem BRKM5 R$ 22,00 19,11% Embraer (ADR) ERJ US$ 37,00 24,62% Vale (ADR) VALE US$ 39,00 16,18%
06/12/2010 10:19:17 - Branco (rbranco@uol.com.br): + Positivo
A concorrência agressiva que abateu as ações da Positivo (POSI3) vai continuar a pautar o mercado de tecnologia no Brasil – mas não para sempre. E uma recuperação potencial dos papéis pode torná-los bem atraentes, alerta o Bradesco em relatório nessa sexta-feira (3), no qual revisou a recomendação para compra das ações (a avaliação anterior era manutenção). “Não acreditamos que a competição acirrada no setor seja sustentável no longo prazo”, dizem os analistas Luiz Azevedo e Rodrigo Santoro. “O upside é vantajoso dado o pobre desempenho recente das ações”, explicam. O relatório não descarta, no entanto, a volatilidade dos papéis e a falta de catalisadores para a alta no curto prazo, e diminui o preço-alvo das ações de 24 reais para 16,60 depois do que chama de resultados trimestrais “desapontadores”. A ressalva final dos analistas esclarece que a Positivo é um investimento de risco, e as ações devem ainda passar por bastante volatilidade.
06/12/2010 10:07:22 - Guilherme (guitav@bol.com.br): Banquinhos...
As opiniões dos analistas divergem sobre as medidas anunciadas pelo Banco Central e o CMN (Conselho Monetário Nacional) na última sexta-feira (3) e o impacto sobre o setor bancário, com visões que interpretam as medidas tanto negativamente como também de forma neutra. Para a equipe de analistas da Ágora Corretora, as novas medidas devem ter impacto negativo para o setor bancário brasileiro no curto prazo, uma vez que “deverá resultar na redução da liquidez no mercado, na queda da demanda por crédito por parte das pessoas físicas, além de maiores pressões no custo de financiamento”. Mais especificamente, na visão destes analistas, o banco mais afetado deverá ser o Banco do Brasil (BBAS3), pois possuí o menor índice de Basiléia. Na opinião dos analistas da Ativa Corretora, as medidas tem impacto negativo para o setor, de modo geral, mas especialmente para os bancos com maior exposição à pessoas físicas, “onde os grande bancos se destacam, com 32% a 38% de suas carteiras de crédito neste segmento”. Para os analistas, essas medidas reduzem o espaço para concessão adicional de crédito por parte dos bancos, que projetavam crescimento entre 15% e 20% de suas carteiras de crédito no próximo ano e que agora pode ser “significativamente menor”.
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