domingo, 26 de dezembro de 2010

petro x bf, discordancia

nos numeros.

Dies ist der Cache von Google von http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101219/not_imp655529,0.php. Es handelt sich dabei um ein Abbild der Seite, wie diese am 22. Dez. 2010 19:57:47 GMT angezeigt wurde. Die aktuelle Seite sieht mittlerweile eventuell anders aus. Weitere Informationen

Nur-Text-Version
Diese Suchbegriffe sind markiert: bg tupi reservas custo Diese Begriffe erscheinen nur in Links, die auf diese Seite verweisen: petrobras
13:38

26 de Dezembro de 2010


Sponsor do site
Estadão.com.br

* Política
* Economia
* Esportes
* Tecnologia
* Opinião
* Limão
* JT
* Eldorado

Classificados

* Carros
* Imóveis
* Empregos
* X

Economia & Negócios

* Home
* Economia
o Brasil
o Internacional
* Negócios
o Agronegócio
o Comércio
o Energia
o Setor Financeiro
o Indústria
o Serviços
o Tecnologia
* AE Mercados
o Ações
o Câmbio
o Renda Fixa
o Fundos
* Suas Contas
o Ferramentas
o Glossário
* Sua Carreira
* Seu Imóvel
* Especiais
* Vídeos
* Tópicos
* Blogs
* Últimas Notícias

| |
Agora no Estadão
Escândalo na política
Dida Sampaio/AE
Pedro Novais pagou motel com dinheiro da Câmara
Caos aéreo
Filipe Araujo/AE
Reunião entre aeroviários e empresas fica sem acordo
WikiLeaks
David Fernandez/Efe
Lula pediu a Chávez que 'baixasse o tom' com os EUA
Saúde
Divulgação
Municípios paulistas temem novo surto de dengue
Palmeiras
Paulo Pinto/AE - 21/10/2010
Valdivia detona o diretor de futebol, mas diz que quer ficar
Você está em Economia
Início do conteúdo
Petrobrás e BG brigam pelos números do pré-sal
Grupo britânico, que tem participação no campo de Tupi, causa irritação ao divulgar previsões de reserva maiores que as da estatal
19 de dezembro de 2010 | 0h 00

* Leia a notícia
*
EmailEmail
PrintImprimir
A+ A-

Nicola Pamplona / RIO - O Estado de S.Paulo

A proximidade do fim do prazo exploratório do campo gigante de Tupi acirrou uma guerra de informações entre a Petrobrás e sua principal parceira no pré-sal da Bacia de Santos, a britânica BG. Em dois meses, a BG divulgou dois comunicados que desagradaram à direção da Petrobrás, por conterem projeções mais otimistas a respeito de volume de reservas e custos relativos ao projeto.

Por trás dessa briga, segundo analistas, estão grandes divergências estratégicas entre as duas empresas. Cansada de esperar por atualizações das estimativas oficiais, feitas em 2007, a BG quebrou o protocolo e decidiu publicar suas próprias projeções, que falam em reservas próximas a 9 bilhões de barris e custos bem abaixo dos US$ 40 por barril usados pela estatal na avaliação do projeto.

"A BG está preocupada em gerar valor para seus acionistas, movimentando as ações, enquanto a Petrobrás parece estar satisfeita em ver seus papéis andando de lado", diz um influente executivo do setor, que pediu para não ser identificado. Além disso, fontes próximas ao projeto dizem que há reais divergências com relação aos custos para iniciar a produção.

O embate começou no início de novembro, quando a BG divulgou comunicado informando que uma nova análise feita pela certificadora independente Miller and Lents Ltd. (MLL) ampliava em 2,7 bilhões de barris as estimativas de reservas para seus ativos na Bacia de Santos. O estudo diz que as melhores projeções para Tupi apontam para 8,99 bilhões de barris de petróleo e gás.

Na semana passada, a companhia divulgou nova nota, dizendo que, "à luz das impressionantes características do reservatório e da alta produtividade dos poços", estava calculando os custos do projeto em US$ 14 por barril - US$ 5 referentes ao custo de capital e US$ 9 por barril de custo operacional.

Os comunicados provocaram reação instantânea da Petrobrás. Em sua última resposta, a companhia reafirmou que mantinha suas estimativas iniciais: reservas entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris e viabilidade econômica com petróleo entre US$ 35 e US$ 40 por barril. No texto, ressaltava que a BG descumpriu o contrato de sociedade no projeto, que tem ainda a participação da portuguesa Galp.

Comercialidade. A disputa ocorre na véspera de uma etapa importante dos contratos petrolíferos no Brasil, chamada de declaração de comercialidade, na qual o consórcio informa à Agência Nacional do Petróleo (ANP) se ficará ou não com a concessão, comprometendo-se com investimentos para extrair as reservas - no caso de Tupi, é notório que as empresas tocarão o projeto. A partir desse momento, as concessionárias estão liberadas também para apropriar as reservas em seus balanços.

A BG já anunciou que as primeiras plataformas podem garantir apropriação de 2,2 bilhões de barris nesse primeiro momento. Questionado na semana passada sobre qual era o volume correto, porém, o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, reiterou a projeção de 5 bilhões a 8 bilhões de barris, mas disse que não poderia dar mais detalhes.

A estimativa foi feita ainda em 2007, quando a empresa confirmou oficialmente a existência do pré-sal, e nunca mais atualizado, embora a estatal já tenha perfurado 11 poços na concessão.

A quebra do protocolo de divulgação de informações não é comum no setor e pode denotar descontentamento dos britânicos com a maneira em que a Petrobrás vem tratando a questão. Para um executivo próximo ao projeto, além da falta de novidades que motivem os acionistas, a BG considera conservadoras as projeções da Petrobrás. O desfecho desse embate é esperado pelo mercado financeiro, que espera qualquer novidade que dê um gás nas ações da Petrobrás, que sofreram este ano por causa da capitalização da companhia.

Tópicos: , Economia, Versão impressa
nenhum comentário para este post
seja o primeiro a comentar

ler todos os comentários
+ ECONOMIA

* 17:48 ANÁLISE-Fibria reduzirá dívida com venda ...
* 17:12 Aneel debate regulamentação de ouvidoria ...
* 16:51 Em dia de fraco volume e sem BC, dólar ...
* 16:48 Aeroviários e aeronautas ...
* 16:30 PF prende três por sacar precatórios ...
* 16:24 Fed pode suspender compras de bônus se ...
* 16:06 BNDES aprova empréstimo de R$ 1 bi para ...
* 16:04 BNDES aprova empréstimo de R$ 1 bi para ...
* 15:56 Aeroportos de todo o País têm 29,7% dos ...
* 15:49 TAM diz que atrasos se devem a problemas ...

* + COMENTADAS
* + LIDAS

* 01 Reunião entre aeroviários e empresas aéreas termina...
* 02 Lula confirma que vetará distribuição de royalties...
* 03 BC cita em relatório necessidade de ajuste...
* 04 Prévia da inflação oficial fecha 2010 com...
* 05 Projeções para inflação sugerem ajuste da Selic...
* 06 Após disparar, preço de imóveis caminha para...
* 07 Desemprego fica em 5,7% em novembro e...
* 08 Desemprego de 7 regiões metropolitanas cai a...
* 09 Aeroviários e aeronautas confirmam paralisação amanhã em...
* 10 Crédito ao BNDES custa R$ 21 bi...

* 01 Seis municípios representam 25% do PIB, diz IBGE
* 02 Novas cédulas de R$ 50 e R$ 100 saem na segunda
* 03 Pacote dobra juro para compra de carro
* 04 Embraer cria unidade militar e prevê receita de R$ 1,5 bi
* 05 Poupança tem o pior desempenho em 7 anos
* 06 Inflação oficial tem maior alta em mais de 5 anos
* 07 PIB brasileiro arrefece e cresce 6,7% no 3º trimestre
* 08 PIB confirma diagnóstico feito pelo BC, diz Meirelles
* 09 Licitação beneficia produto nacional
* 10 'Rating do Brasil está abaixo do que deveria ser'

Grupo Estado

Copyright © 1995-2010

Todos os direitos reservados

* Trabalhe Conosco
* Fale Conosco
* Mapa Site

Grupo Estado

* Curso de Jornalismo
* Responsabilidade Corporativa
* Nosso Código de Ética

Publicidade

* Como anunciar
* Prêmio de Mídia
* Top Imobiliário
* Cannes

O Estado de S.Paulo

* Portal do Assinante
* Conheça o jornal

Portais

* Jornal da Tarde
* Limão
* Território Eldorado
* ILocal
* ZAP
* Ibiubi
* Agência Estado

Estadão.com.br

* Opinião
* São Paulo
* Brasil
* Política
* Internacional
* Saúde
* Ciência
* Educação
* Planeta
* Cultura

* Blogs
* Estadão Digital
* No desktop
* No celular
* Tópicos
* RSS
* Especiais
* Fotos
* TV Estadão
* Tempo
* Webmail

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

cópia do deschatre - ogx:resultados de consultoria no inicio de 2011

Pesquisar no forum:





Home
Forum
Contato
Perfil
Links
























Fórum de Renda Variável
Este Fórum se destina à colocação de notícias, ao debate e à livre troca de informações entre pessoas sobre as tendências e oportunidades no mercado financeiro. A Deschatre & Associados Ltda., parceiros e clientes não tem qualquer responsabilidade sobre as informações aqui fornecidas e sugere muita cautela de todos na utilização destas, visto que há muitos interesses financeiros envolvidos na divulgação das mesmas. Portanto, caso você não tenha certeza de que as informações são corretas, não as considere em sua tomada de decisão para efetuar seus investimentos.

Para manter a individualidade e a integridade das opiniões postadas é necessário ter sido cadastrado como cliente ativo na www.toptrade.com.br. Após a confirmação de ser cadastrado ou já ser cliente, uma senha será enviada por e-mail. Para fazer seu cadastro e poder colaborar, clique Aqui. Caso você já seja cadastrado e deseje colaborar com nosso Fórum, clique Aqui.


Encontradas 43737 Mensagens (em 1458 páginas)

Primeira PáginaPágina AnteriorPróxima PáginaÚltima Página Página 5 01 02 03 04 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

07/12/2010 13:10:02 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
O prazo para ajuste das posições acionárias da Telebrás (TELB3,TELB4) terá início na próxima quarta-feira (8), conforme o processo de grupamento de ações aprovado em assembleia geral extraordinária no último dia 3. Segundo a deliberação, o grupamento ocorrerá na proporção de 10 mil ações para 1 papel da mesma espécie... Os acionistas terão entre 8 de dezembro deste ano e 21 de janeiro de 2011 para ajustar livremente suas posições de ações em lotes múltiplos de 10 mil papéis. A partir então de 24 de janeiro, os ativos da Telebrás passarão a ser negociados apenas sob a forma recém-grupada, como cotação unitária. Entre 24 de janeiro e 2 de fevereiro de 2011 será suspensa a venda de ações da companhia via convênio bancário, bem como as transferências de ações em balcão e as ordens de transferência de ações.

07/12/2010 13:03:28 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
Os investidores que quiserem participar da oferta de ações da Anhanguera Educacional (AEDU11) têm até esta terça-feira (7) para apresentar os pedidos. Serão emitidos inicialmente 20 milhões de papéis ordinários sob o código AEDU3, sendo o preço por ação definido na próxima quinta-feira. A fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding.

07/12/2010 12:26:22 - José Costa (joscosta@bol.com.br): Ecod na escuta
Os conselhos da Brasil Ecodiesel e da Maeda Agroindustrial se reúnem nos próximos dias para avaliar se vão em frente com a operação para juntar as duas empresas, segundo apurou a repórter Melina Costa. Maior produtora de biodiesel do Brasil, a Brasil Ecodiesel informou no fim do mês passado que estava em negociações com a Maeda, de Ituverava (SP), que possui mais de 100 mil hectares plantados principalmente com soja e algodão. A deliberação dos conselhos é mais uma etapa do processo que só deve ser concluído com uma assembleia de acionistas da Brasil Ecodiesel. Esta, por sua vez, deve acontecer em meados de dezembro, caso os conselheiros se posicionem favoravelmente ao negócio. A holding de investimentos Veremonte, do empresário espanhol Enrique Bañuelos, detém cerca de 90% do capital da Maeda. Caso o negócio se concretize, a Brasil Ecodiesel deve se tornar uma empresa verticalizada - que vai produzir o combustível e seus insumos - com a missão de consolidar o setor de agribusiness no País. Emissão de ações. Conforme a Veremonte divulgou em outubro, a incorporação da Maeda pela Brasil Ecodiesel deveria se dar por meio de uma emissão de ações. Os acionistas da Brasil Ecodiesel deveriam ficar com 67% da nova empresa e os acionistas da Maeda com 33%.

07/12/2010 12:24:43 - Jorge Sampaio (jsampaio@pchelp.com.br): OGXP
Após uma bateria de encontros envolvendo analistas e executivos da OGX (OGXP3), um relatório publicado nesta segunda-feira (6) pelo HSBC destaca o potencial da companhia de petróleo do bilionário Eike Batista.O banco reitera sua recomendação de overweight (alocação acima da média de mercado) para as ações ordinárias da companhia, com preço-alvo fixado em 26,50 reais, um potencial de valorização de 29,7%. Dentre os pontos destacados pela analista Anisa Redman está a atuação da companhia na Bacia do Parnaíba, localizada no nordeste brasileiro. “A Bacia do Parnaíba gerou fluxo de notícias encorajador nos últimos meses. A OGX descobriu 15tcf (trilhões de pés cúbicos) de gás, o que dificilmente alguém incorpora em seus modelos de avaliação ainda. Avaliado em US$5,6/mil metros cúbicos e ajustado por um fator de recuperação conservador de 20% e lucratividade de 30% da taxa de sucesso, Parnaíba adicionaria US$5 bilhões, ou 10% à nossa avaliação da OGX”, considera Anisa. O relatório afirma ainda que a OGX acelerou seu plano de exploração do Parnaíba, renovando o interesse da Petrobras na área. “As preocupações dos investidores sobre o excesso de oferta iminente do mercado de gás doméstico podem ser acalmadas pela existência de um grande cliente para o gás da OGX, sua empresa-irmã MPX”, destaca a analista.

07/12/2010 11:45:19 - Rui Valadares (rvaladares@terra.com.br): BOA...nosso mercadinho...
A situação financeira das companhias brasileiras de capital aberto há tempos não é tão confortável como agora. O caixa cresce a uma velocidade superior à da dívida, e o movimento se acentua nos últimos trimestres. Mas, se por um lado o cenário é favorável para o aumento dos investimentos, por outro traz questionamentos sobre a gestão do dinheiro pelas empresas. Dois levantamentos baseados nos dados do terceiro trimestre do ano atestam esse cenário. Um deles, realizado pelo Valor Data, mostra que o caixa consolidado das companhias não financeiras listadas em bolsa alcançou R$ 237,5 bilhões em setembro, com crescimento de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. Sem considerar Petrobras e Vale, que pelo tamanho distorcem as comparações, o caixa das companhias atingiu R$ 173,2 bilhões, o que significa expansão de 30% em 12 meses e de 38% em relação ao terceiro trimestre de 2008, o último antes do estouro da crise financeira mundial. São altas superiores às da dívida financeira bruta, que alcançou R$ 397,7 bilhões, com aumentos de 17% e 35%, respectivamente. Com isso, a relação entre a dívida líquida e o patrimônio líquido das companhias também melhorou, embora não tenha atingido o patamar do terceiro trimestre de 2008. O indicador está em 40,9%, contra 44,1% no mesmo período de 2009 e 38,6% há dois anos. Outro levantamento, realizado pelo economista Geraldo Biasoto, presidente da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) de São Paulo, analisou os balanços de 193 empresas não financeiras, excluindo Petrobras. A pesquisa mostra que as companhias industriais estão menos endividadas hoje do que estavam no pré-crise, ou em setembro de 2008. A relação entre o endividamento líquido e o capital próprio das empresas atingiu 0,31 no fim do terceiro trimestre deste ano, não só inferior aos 0,39 de setembro de 2009, mas também menor que há dois anos - 0,33 em setembro de 2008. "As empresas aproveitaram o momento de recuperação e, depois, a aceleração econômica, para deixarem seus balanços mais limpos", diz Biasoto, da Fundap. Alexandre Espírito Santo, economista da Way Investimentos e professor de finanças da ESPM-RJ, diz que um caixa forte é confortável para a empresa e os acionistas em épocas de crise, como a que o mundo tenta superar agora. Além disso, o dinheiro deixa as companhias preparadas para aproveitar oportunidades de negócios. "Quando o mercado internacional voltar a crescer, o que talvez ainda não aconteça em 2011, os investimentos vão se acelerar e as companhias brasileiras estarão prontas para isso."

07/12/2010 11:37:16 - Flavio Castro (fcastro@hotmail.com): Nota brasileira...
A presidente da Standard & Poor´s (S&P) no Brasil, Regina Nunes, acredita que a economia brasileira poderia ter uma elevação na nota de grau de investimento (rating), mas atualmente a perspectiva para é estável. Atualmente, o Brasil é BBB-. "É mais fácil alguns países europeus convergirem para baixo do que o Brasil subir. A S&P não acredita que o País vá andar para trás, mas avançar é o grande desafio", alertou Regina, que também participou do evento. Porém, para a especialista, as grandes reformas macroeconômicas que, por enquanto, não estão no cenário base poderiam modificar este cenário. "Política fiscal austera de, pelo menos 3% do PIB de superávit fiscal. Tem que voltar a fazer um sacrifício fiscal maior".

07/12/2010 11:30:28 - Fernando Silva (fernandosilva@bol.com.br): deu no Reservado
Esse negócio de a Vale ter um barril de terras raras pode não ser agora. Mas ainda vai dar muita alegria aos acionistas da companhia.

07/12/2010 10:39:43 - Luzia (luziasfig@bol.com.br): Pmam
Correm nas más linguas que a Vale estaria disposta a refazer uma oferta pela dita cuja...o preço?..ninguém sabe....

07/12/2010 10:29:33 - Guilherme (guitav@bol.com.br): Sou mais a LLXL doravante...
Artur Delorme, analista da Ativa- “Ressaltamos que a aparente variação de aproximadamente 800% no preço da PRTX3, assim como a queda de 40% de LLXL3, foi distorcida devido ao fato do preço de abertura deste papel ter sido determinado pelo valor patrimonial dos seus ativos, embora ainda sejam pré-operacionais”, escreveu o analista em relatório. Além disso, a cisão dos ativos da LLX, os quais serão posteriormente vendidos à MMX (MMXM3), é neutra para o mercado, segundo o analistas. Já a possibilidade de elevar o transporte do minério de ferro de 50 milhões para 100 milhões de toneladas por ano devido à aquisição de terras anunciada na sexta-feira (6) é vista como positiva. “A notícia da cisão da PortX já era conhecida pelo mercado, o que resulta em um impacto neutro para as ações”, apontou. No entanto, a possível expansão da capacidade é positiva, já que a receita do Porto Sudeste será proporcional ao volume transportado, ressaltou o analista.

07/12/2010 10:12:25 - Henrique S. (henriques@zipmail.com.br): UFA!!!
Londres +1,08%...Frankfurt +1,04%...Paris +2,01%...S&P FUT ,72%..Nosso Fut +1,33%

07/12/2010 10:07:55 - Antonio Carlos (acarlos@bol.com.br): HRTP
O Banco do Brasil iniciou a cobertura da HRT (HRTP3) com recomendação de compra e preço potencial para o final de 2011 de R$ 2 mil, upside (potencial teórico de valorização) de 28,07% em relação ao último fechamento. Segundo o relatório, assinado pelo analista Nelson Rodrigues de Matos, o valor da empresa foi calculado pelo método do fluxo de caixa descontado, com taxa nominal de 13,1% ao ano.

07/12/2010 10:05:14 - Branco (rbranco@uol.com.br): A noticia do site
A Companhia Paranaense de Energia (Copel) comunica que seu Conselho de Administração aprovou o programa de investimentos previsto para 2011. O orçamento totaliza R$ 2,060 bilhões, divididos em geração e transmissão (R$ 1,024 bilhão), distribuição (R$ 933 milhões) e telecomunicações (R$ 102 milhões). "Nestes valores não estão incluídos investimentos em possíveis aquisições, em projetos de geração e transmissão advindos de futuras licitações, além daqueles a serem realizados pelas suas empresas controladas", diz o comunicado da Copel.

07/12/2010 09:53:12 - Josias de Souza (jsouza@uscf.org): Produção que é bom...tá complicado...
O processo de venda de participação minoritária nos blocos da OGX Petróleo e Gás, na Bacia de Campos seguirá em andamento durante o ano de 2011, sem data prevista para ser concluído. Anteriormente, a companhia havia informado que pretendia concluir a operação até o fim deste ano. A explicação é que se trata de processo dinâmico devido à intensa campanha de perfuração em andamento, com quatro sondas em operação em Campos, perfurando novos poços pioneiros, delimitatórios e de desenvolvimento da produção que, associados a alta taxa de sucesso, agregam valor aos recursos e aos acionistas a cada passo. A empresa também informa que tem "sólida posição financeira, com mais de US$ 3 bilhões em caixa, suficiente para suportar todos os compromissos exploratórios e ainda o início do desenvolvimento da produção", previsto para meados de 2011. Em relação ao prospecto Vesúvio, a OGX reiterou que foram perfurados três poços na acumulação e em todos foi comprovada a presença de óleo, por meio de perfis e coleta de amostras. No teste de formação realizado num desses poços, o OGX-9DB, questões técnicas, impediram a coleta de informações adicionais sobre características e vazão do reservatório. E foram iniciados os trabalhos com a consultoria norte-americana DeGolyer & MacNaughton para uma nova avaliação de recursos riscados e recursos contingentes para as bacias de Campos e Parnaíba, com conclusão prevista para o início de 2011.

07/12/2010 09:18:40 - C. Carvalho (ccarvalho@zipmail.com): BRPR
Com um modelo de negócios diferenciado e um amplo portfólio de investimento em imóveis comerciais, a BR Properties (BRPR3) é uma ação forte para quem quer investir no setor imobiliário. A avaliação é do Bank of America em relatório de início de cobertura para o papel nesta segunda-feira (6), que traz também recomendação de compra para a ação. Os analistas Fanny Oreng e Carlos Peyrelongue destacam a carteira multifacetada de empreendimentos da companhia, que inclui aquisição, administração e venda de imóveis comerciais variados como escritórios, galpões industriais e de varejo. O preço-alvo definido pelo banco foi de 25 reais por ação. A perspectiva de crescimento é outra vantagem competitiva para a empresa, baseada em sua estratégia agressiva para o aumento da área bruta locável, e deve impactar positivamente as ações. “Ainda que já estejamos incluindo a estimativa de 580 milhões de reais em aquisições, em linha com o guidance, a companhia está analisando alvos de até 4,4 bilhões de reais”. Pelas estimativas do BofA, cada 100 milhões de reais em aquisições aumenta a avaliação da ação em 0,20 real.

07/12/2010 09:05:14 - Paulo Bianchini (pbianchi@zipmail.com.br): Boas novas
Nova York - As taxas dos principais títulos da dívida externa do Brasil estão no menor patamar em seis meses em relação aos da Rússia. O nível atual reflete expectativas de que a nota de crédito brasileira será elevada. Leia Mais 07/12/2010 | Brasil é o 3º que mais evoluiu em educação na última década 07/12/2010 | Anefac diz que aumento do compulsório bancário inibe aumento da Selic 07/12/2010 | Lula diz que decisão de compra de 36 caças de combate é de Dilma 07/12/2010 | Brasil é responsável por 52% dos gases do efeito estufa na América Latina Os bônus em dólar do Brasil com vencimento em 2019 rendiam na semana passada 132 pontos-base a menos do que a dívida de prazo semelhante da Rússia, que tem nota de crédito um nível maior. A diferença é a maior desde maio, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. A diferença aumentou porque as taxas dos papéis russos subiram mais rápido do que as dos títulos brasileiros no último mês. Economistas sondados pelo Banco Central estimam que a economia brasileira vai crescer 7,5 por cento este ano, o ritmo mais acelerado em mais de duas décadas e quase o dobro da expansão prevista pelo Ministério da Economia da Rússia. Para a inflação, a projeção é que os preços no Brasil avancem menos do que na Rússia. O presidente do BC, Henrique Meirelles, disse ontem que a classificação BBB- do Brasil também é baixa em comparação com Itália, Portugal e Irlanda, que têm notas pelo menos três níveis mais altas, e provavelmente será elevada. “O Brasil tem sido negociado como BBB+ já há algum tempo”, disse David Spegel, estrategista-chefe de dívida de mercados emergentes do ING Groep NV em Nova York. “As agências de classificação de crédito têm estado tão atrás da curva que o mercado vê isso como meio irrelevante.” A taxa dos bônus brasileiros de cupom 5,875 por cento com vencimento em 2019 despencou 118 pontos-base, ou 1,18 ponto percentual, desde o final de abril para 3,59 por cento, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. O rendimento do título russo com cupom 5 por cento e vencimento em 2020 caiu 53 pontos-base no mesmo período. No último mês, o rendimento das notas russas subiu 57 pontos-base e as do Brasil, 42. Grau de investimento O Brasil, que recebeu pela primeira vez o grau de investimento em 2008, é classificado um nível abaixo da Rússia, que tem nota BBB pela Standard & Poor’s, e dois níveis abaixo da nota russa Baa1 pela Moody’s Investors Service. “Isso reflete as divergências fundamentais”, disse Win Thin, estrategista-chefe global de mercados emergentes da Brown Brothers Harriman & Co. em Nova York. “Ainda que a Rússia tenha classificação superior à do Brasil, essas notas perderam todo significado. O Brasil é mais seguro. O Brasil tem mais credibilidade.” A melhora da nota brasileira depende de como o governo da presidente eleita Dilma Rousseff vai retirar as medidas de estímulo implantadas durante a crise financeira global, disse ontem Regina Nunes, representante da Standard & Poor’s no País, durante um evento em São Paulo.

07/12/2010 09:00:45 - Jose Linhares (zelinhares@ig.com.br): Atenção auto peças...
Quase dobraram as taxas de juros cobradas dos financiamentos de veículos nos planos sem entrada depois que o Banco Central (BC) baixou o pacote de arrocho do crédito na sexta-feira. O aumento dos encargos financeiros deve provocar queda de até 20% nas vendas de carros zero quilômetro e atingir principalmente o consumidor de baixa renda que, por falta de recursos, optava pelos planos longos e sem entrada.

07/12/2010 08:35:14 - Romualdo (romusilva@rvnet.com.br): olho nessa hoje...
O Conselho de Contribuintes da Secretaria Estadual de Fazenda vai decidir hoje, em sessão às 13h30m, se a principal atividade da Refinaria de Manguinhos é mesmo o refino de petróleo, como ela sustenta, ou se é a distribuição de combustíveis para o mercado varejista. A pauta do dia prevê o julgamento do recurso apresentado pela empresa, só acolhido por força de liminar judicial, contra reenquadramento de sua inscrição — no cadastro do ICMS — de refinaria para distribuidora. O ato de reenquadramento foi decidido, no ano passado, pela Secretaria Estadual de Fazenda, após a constatação de que a refinaria "não exerce efetivamente atividade de refino desde o ano de 2005, como por ela expressamente confessado em seu relatório de administração". Para Manguinhos, a condição de refinaria garante a possibilidade de comprar gasolina de outra refinaria sem reter o ICMS no destino (substituição tributária). Manguinhos é o principal alvo da Operação Alquila, desenvolvida pela Polícia Civil, no ano passado, para investigar as ações de uma suposta quadrilha de sonegadores do ICMS. Relatório produzido por fiscais da Fazenda estadual revela que o esquema de fraude provoca um rombo anual de R$ 162 milhões na arrecadação de tributos estaduais. A Procuradoria Geral do Estado, ao defender o reenquadramento, argumentou que há, "no caso concreto, o risco de dano irreversível ao Estado do Rio de Janeiro, em razão da manobra praticada por Manguinhos, que se vale do cadastro de refinaria para apresentar-se como substituta tributária, sem o ser de fato, importando em prejuízos anuais na arrecadação do estado a estratosférica quantia de R$ 162 milhões, conforme relatório da fiscalização".

07/12/2010 08:27:09 - Raposo (raposo@raposo.com): Enquanto não resolverem essa, não sobem!!!
Há R$ 2,16 bilhões em ações da Ambev, Ideiasnet, MMX, Inepar e Rede Energia em distribuição pública. Elas correspondem a sobras de aumento de capital privado de R$ 5,34 bilhões que não foram integralizadas pelos acionistas. A transação pode ser vantajosa para o investidor porque, ao contrário do que ocorre nas ofertas públicas, o preço mínimo de subscrição é definido previamente, quando a operação é aprovada pelo conselho de administração das empresas.

07/12/2010 08:11:46 - Carlos S. Lopes (cslopes@intercity.com): Mostrando serviço...
A TAM, a Brasil Ecodiesel e a Curcas - empresa especializada no desenvolvimento de projetos de energia renovável - anunciaram hoje que se uniram para analisar a viabilidade de um projeto integrado de produção sustentável de bioquerosene de aviação no Brasil. "Estamos trabalhando de forma colaborativa com empresas dos segmentos de aviação e de biocombustíveis para desenvolver um projeto totalmente integrado, desde a produção agrícola até a distribuição do combustível nos aeroportos. Nesta fase inicial, serão feitos os estudos necessários para comprovação da sustentabilidade e da viabilidade econômica da produção. Esperamos inciar a produção comercial em 2013", afirmou o diretor-executivo da Curcas, Rafael Abud. Segundo informaram as empresas em nota, o grupo conta ainda com a colaboração da fabricante de aeronaves Airbus e com a Air BP, unidade de distribuição de combustíveis para aviação da BP. Os estudos de sustentabilidade serão conduzidos pela Universidade de Yale, dos EUA, e patrocinados pela Airbus. O projeto prevê a utilização de diversas fontes de matéria-prima, com destaque para o pinhão-manso, bastante presente em projetos de agricultura familiar e do agronegócio.

07/12/2010 08:02:07 - Frederico Marzagão (fmarzagao@hotmail.com): Tá fora!!!
O presidente e sócio do BTG Pactual, André Esteves, descartou qualquer interesse na aquisição do Banco Panamericano. Diante do questionamento de jornalistas sobre eventuais aquisições após a capitalização de US$ 1,8 bilhão recebida pela instituição por um grupo de investidores internacionais, o executivo fez questão de desmentir os rumores que circularam na imprensa sobre um possível interesse do BTG em expandir as atividades para o varejo. Uma das alternativas, segundo as notícias, seria a compra do banco controlado pelo Grupo Silvio Santos, que no mês passado realizou um aporte de R$ 2,5 bilhões para cobrir um rombo contábil.

06/12/2010 14:09:58 - José Costa (joscosta@bol.com.br): LLXL moleza
Otávio Lazcano, CEO (Chief Executive Officer) da LLX (LLXL3), empresa de logística portuária pertencente ao grupo EBX, disse estar bastante "empolgado" sobre a possibilidade de movimentação de petróleo no Porto do Açu. Em teleconferência com os acionistas sobre a atualização do plano de negócios da LLX, Lazcano disse que a empresa tem atualmente diversos memorandos de entedimento com grandes petrolíferas atuantes no Brasil, como a Shell, que poderão desdobrar-se em contratos de longo prazo já no próximo ano. "É uma boa notícia para o acionista da LLX", declarou. De acordo com o executivo, a ideia é que além da capacidade de escoamento da produção de óleo cru, o porto fornecerá infraestrutura, com construção de tanques, para que as empresas possam processar o óleo, agregando valor ao produto. "As receitas que poderemos gerar com esses contratos são enormes, mas levará alguns meses antes que possamos converter os memorandos em contratos de longo prazo", sinalizou Lazcano, que mencionou ainda que o modelo de negócio com essas companhias ainda não está definido. Uma alternativa possível seria a cobrança de tarifas para que as companhias utilizassem as instalações da LLX para beneficiar o produto.

06/12/2010 13:02:38 - Antonio Carlos (acarlos@bol.com.br): CSAN
O mercado norte-americano, no curto prazo, deve continuar resistindo ao etanol produzido no Brasil através da cana-de-açúcar. Esta é a visão de Marcelo Martins, diretor Financeiro da Cosan (CSAN3). Segundo ele, porém, no médio prazo este cenário deve mudar. "Este ano nós tivemos uma eleição nos Estados Unidos para novos membros do Senado do país. Estes novos membros podem representar um avanço nesta questão, pois eles aparecem com ideias novas para a Casa", disse Martins. "Mas, ainda sim, no curto prazo eu não vejo uma alteração na questão da importação norte-americana do etanol brasileiro", completou. Neste sentido, Martins avalia que "no médio e longo prazo, eles [os norte-americanos] deverão acabar excluindo os empecilhos que atualmente existem na exportação do nosso etanol para lá", disse, em reunião da empresa junto à Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), realizada nesta segunda em São Paulo.

06/12/2010 12:27:58 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
Inicia-se nesta segunda-feira (6) o período de reservas para participar do processo de IPO (Oferta Pública Inicial) da Droga Raia, cuja distribuição contemplará a oferta primária e secundária de ações ordinárias. Os investidores terão até o próximo dia 15 para realizar os pedidos de reserva. O processo teve início quando a companhia entrou com pedido de distribuição dos papéis junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), em 26 de outubro. As ações da Droga Raia serão negociadas no Novo Mercado da BM&F Bovespa sob o código RAIA3. A precificação será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding. Contudo, os coordenadores da oferta estimam que o preço por ação se situará entre R$ 19,00 e R$ 24,00.

06/12/2010 12:23:11 - Fernando Silva (fernandosilva@bol.com.br): Deu no Reservado
O Ministério da Defesa tem usado a Embraer como cartão de visita em aproximações com países africanos. A companhia negocia a venda de jatos militares para a Nigéria.

06/12/2010 11:23:08 - Paulo Bianchini (pbianchi@zipmail.com.br): Com fome...
A Weg anunciou nesta segunda-feira (6/12) a compra da Equisul Indústria e Comércio, companhia especializada na fabricação de sistemas de alimentação elétrica ininterrupta, como no-breaks, fontes de alimentação e bancos de baterias. Segundo a empresa, a Equisul deve obter receita operacional de R$ 15 milhões em 2010. O preço da operação não foi informado Com a aquisição, a Weg incorpora o segmento à sua linha de produtos, que vai desde motores elétricos até tintas.

06/12/2010 11:11:03 - Flavio Castro (fcastro@hotmail.com): Por falar nela...
A Positivo (POSI3) anunciou nesta sexta-feira (6) a formação de uma joint venture com a BGH Sociedad Anónima para fabricar e comercializar diversos produtos de informática na Argentina e no Uruguai. A parceria produzirá desktops, notebooks, all-in-ones, e-books e tablets em uma nova planta industrial que será construída na província da Terra do Fogo, Antártida e Ilhas do Atlântico Sul, na Argentina, após cumprimento das formalidades legais. A operação foi realizada através da compra pela Positivo de 50% do capital social da Informática Fueguina, que era de titularidade direta e indireta da BGH. A administração da nova sociedade será compartilhada entre as duas companhias e tem investimento inicial estimado pela Positivo de US$ 8 milhões, com previsão de entrada em operação em meados de 2011. A BGH possui mais de 90 anos de atuação no mercado argentino, com penetração no mercado de varejo e governamental. A empresa já possui know-how na produção de eletroeletrônicos, telefones celulares e produtos de informática.

06/12/2010 11:03:18 - Fábio Uchoa (fuchoa@ipsnet.com.br): IBOV
O comportamento do Ibovespa, principal índice de ações do mercado brasileiro, trouxe esperança para os investidores. A alta (de 0,26%) foi pequena em relação à do dia anterior (de 2,42%). Mas a grande notícia foi a confirmação do rompimento, pelo índice, da linha de tendência de baixa em que se encontrava. "O Ibovespa rompeu a tendência na quarta-feira, quando ultrapassou os 69 mil pontos, e confirmou essa situação ontem, quando subiu ainda mais", avalia o analista gráfico Erich Beletti. O índice terminou o dia aos 69.527 pontos. Também agradou o fato de que a alta dos últimos dois dias aconteceu em pregões com volumes negociados superiores aos dos dias de baixa de novembro. O de ontem movimentou R$ 5,8 bilhões e o de quarta-feira, R$ 6,5 bilhões. "A realização de lucros que ocorreu em novembro trouxe o Ibovespa de volta para dentro de uma tendência de alta primária [de longo prazo] que começou em outubro de 2008. Em seguida, pontos importantes começaram a ser ultrapassados", explica Beletti. Daqui por diante, o índice tem resistências 70.500 e nos 72 mil pontos - patamar que o analista considera razoável para o encerramento do ano.

06/12/2010 10:43:11 - Branco (rbranco@uol.com.br): Carteirinha
O Credit Suisse divulgou a carteira de top picks do banco de investimentos para toda a América Latina no mês de dezembro. Dentre os dezesseis papéis relacionados, onze deles pertencem a empresas brasileiras. Com a exceção da Usiminas, todos os ativos incluídos na carteira tem classificação outperform, que de acordo com a metodologia do Credit Suisse, significa que o retorno total esperado da ação é superior ao desempenho projetado para o principal benchmark daquele mercado em pelo menos 10% a 15% (ou mais, dependendo do risco) nos próximos 12 meses. Confira os ativos de empresas brasileiras recomendados pelo Credit Suisse: Empresa Ticker Preço-alvo Upside* Gafisa GFSA3 R$ 18,00 46,46% CSN CSNA3 R$ 37,00 41,70% Banco do Brasil BBAS3 R$ 45,00 34,36% Usiminas USIM5 R$ 25,00 32,27% Itaú Unibanco ITUB4 R$ 52,00 29,51% Pão de Açúcar PCAR5 R$ 93,00 31,56% PDG Realty PDGR3 R$ 13,00 28,71% Ambev AMBV4 R$ 260,00 12,40% Braskem BRKM5 R$ 22,00 19,11% Embraer (ADR) ERJ US$ 37,00 24,62% Vale (ADR) VALE US$ 39,00 16,18%

06/12/2010 10:19:17 - Branco (rbranco@uol.com.br): + Positivo
A concorrência agressiva que abateu as ações da Positivo (POSI3) vai continuar a pautar o mercado de tecnologia no Brasil – mas não para sempre. E uma recuperação potencial dos papéis pode torná-los bem atraentes, alerta o Bradesco em relatório nessa sexta-feira (3), no qual revisou a recomendação para compra das ações (a avaliação anterior era manutenção). “Não acreditamos que a competição acirrada no setor seja sustentável no longo prazo”, dizem os analistas Luiz Azevedo e Rodrigo Santoro. “O upside é vantajoso dado o pobre desempenho recente das ações”, explicam. O relatório não descarta, no entanto, a volatilidade dos papéis e a falta de catalisadores para a alta no curto prazo, e diminui o preço-alvo das ações de 24 reais para 16,60 depois do que chama de resultados trimestrais “desapontadores”. A ressalva final dos analistas esclarece que a Positivo é um investimento de risco, e as ações devem ainda passar por bastante volatilidade.

06/12/2010 10:07:22 - Guilherme (guitav@bol.com.br): Banquinhos...
As opiniões dos analistas divergem sobre as medidas anunciadas pelo Banco Central e o CMN (Conselho Monetário Nacional) na última sexta-feira (3) e o impacto sobre o setor bancário, com visões que interpretam as medidas tanto negativamente como também de forma neutra. Para a equipe de analistas da Ágora Corretora, as novas medidas devem ter impacto negativo para o setor bancário brasileiro no curto prazo, uma vez que “deverá resultar na redução da liquidez no mercado, na queda da demanda por crédito por parte das pessoas físicas, além de maiores pressões no custo de financiamento”. Mais especificamente, na visão destes analistas, o banco mais afetado deverá ser o Banco do Brasil (BBAS3), pois possuí o menor índice de Basiléia. Na opinião dos analistas da Ativa Corretora, as medidas tem impacto negativo para o setor, de modo geral, mas especialmente para os bancos com maior exposição à pessoas físicas, “onde os grande bancos se destacam, com 32% a 38% de suas carteiras de crédito neste segmento”. Para os analistas, essas medidas reduzem o espaço para concessão adicional de crédito por parte dos bancos, que projetavam crescimento entre 15% e 20% de suas carteiras de crédito no próximo ano e que agora pode ser “significativamente menor”.

Primeira PáginaPágina AnteriorPróxima PáginaÚltima Página Página 5 01 02 03 04 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

texto






Pesquisar no forum:





Home
Forum
Contato
Perfil
Links
























Fórum de Renda Variável
Este Fórum se destina à colocação de notícias, ao debate e à livre troca de informações entre pessoas sobre as tendências e oportunidades no mercado financeiro. A Deschatre & Associados Ltda., parceiros e clientes não tem qualquer responsabilidade sobre as informações aqui fornecidas e sugere muita cautela de todos na utilização destas, visto que há muitos interesses financeiros envolvidos na divulgação das mesmas. Portanto, caso você não tenha certeza de que as informações são corretas, não as considere em sua tomada de decisão para efetuar seus investimentos.

Para manter a individualidade e a integridade das opiniões postadas é necessário ter sido cadastrado como cliente ativo na www.toptrade.com.br. Após a confirmação de ser cadastrado ou já ser cliente, uma senha será enviada por e-mail. Para fazer seu cadastro e poder colaborar, clique Aqui. Caso você já seja cadastrado e deseje colaborar com nosso Fórum, clique Aqui.


Encontradas 43737 Mensagens (em 1458 páginas)

Primeira PáginaPágina AnteriorPróxima PáginaÚltima Página Página 5 01 02 03 04 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

07/12/2010 13:10:02 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
O prazo para ajuste das posições acionárias da Telebrás (TELB3,TELB4) terá início na próxima quarta-feira (8), conforme o processo de grupamento de ações aprovado em assembleia geral extraordinária no último dia 3. Segundo a deliberação, o grupamento ocorrerá na proporção de 10 mil ações para 1 papel da mesma espécie... Os acionistas terão entre 8 de dezembro deste ano e 21 de janeiro de 2011 para ajustar livremente suas posições de ações em lotes múltiplos de 10 mil papéis. A partir então de 24 de janeiro, os ativos da Telebrás passarão a ser negociados apenas sob a forma recém-grupada, como cotação unitária. Entre 24 de janeiro e 2 de fevereiro de 2011 será suspensa a venda de ações da companhia via convênio bancário, bem como as transferências de ações em balcão e as ordens de transferência de ações.

07/12/2010 13:03:28 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
Os investidores que quiserem participar da oferta de ações da Anhanguera Educacional (AEDU11) têm até esta terça-feira (7) para apresentar os pedidos. Serão emitidos inicialmente 20 milhões de papéis ordinários sob o código AEDU3, sendo o preço por ação definido na próxima quinta-feira. A fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding.

07/12/2010 12:26:22 - José Costa (joscosta@bol.com.br): Ecod na escuta
Os conselhos da Brasil Ecodiesel e da Maeda Agroindustrial se reúnem nos próximos dias para avaliar se vão em frente com a operação para juntar as duas empresas, segundo apurou a repórter Melina Costa. Maior produtora de biodiesel do Brasil, a Brasil Ecodiesel informou no fim do mês passado que estava em negociações com a Maeda, de Ituverava (SP), que possui mais de 100 mil hectares plantados principalmente com soja e algodão. A deliberação dos conselhos é mais uma etapa do processo que só deve ser concluído com uma assembleia de acionistas da Brasil Ecodiesel. Esta, por sua vez, deve acontecer em meados de dezembro, caso os conselheiros se posicionem favoravelmente ao negócio. A holding de investimentos Veremonte, do empresário espanhol Enrique Bañuelos, detém cerca de 90% do capital da Maeda. Caso o negócio se concretize, a Brasil Ecodiesel deve se tornar uma empresa verticalizada - que vai produzir o combustível e seus insumos - com a missão de consolidar o setor de agribusiness no País. Emissão de ações. Conforme a Veremonte divulgou em outubro, a incorporação da Maeda pela Brasil Ecodiesel deveria se dar por meio de uma emissão de ações. Os acionistas da Brasil Ecodiesel deveriam ficar com 67% da nova empresa e os acionistas da Maeda com 33%.

07/12/2010 12:24:43 - Jorge Sampaio (jsampaio@pchelp.com.br): OGXP
Após uma bateria de encontros envolvendo analistas e executivos da OGX (OGXP3), um relatório publicado nesta segunda-feira (6) pelo HSBC destaca o potencial da companhia de petróleo do bilionário Eike Batista.O banco reitera sua recomendação de overweight (alocação acima da média de mercado) para as ações ordinárias da companhia, com preço-alvo fixado em 26,50 reais, um potencial de valorização de 29,7%. Dentre os pontos destacados pela analista Anisa Redman está a atuação da companhia na Bacia do Parnaíba, localizada no nordeste brasileiro. “A Bacia do Parnaíba gerou fluxo de notícias encorajador nos últimos meses. A OGX descobriu 15tcf (trilhões de pés cúbicos) de gás, o que dificilmente alguém incorpora em seus modelos de avaliação ainda. Avaliado em US$5,6/mil metros cúbicos e ajustado por um fator de recuperação conservador de 20% e lucratividade de 30% da taxa de sucesso, Parnaíba adicionaria US$5 bilhões, ou 10% à nossa avaliação da OGX”, considera Anisa. O relatório afirma ainda que a OGX acelerou seu plano de exploração do Parnaíba, renovando o interesse da Petrobras na área. “As preocupações dos investidores sobre o excesso de oferta iminente do mercado de gás doméstico podem ser acalmadas pela existência de um grande cliente para o gás da OGX, sua empresa-irmã MPX”, destaca a analista.

07/12/2010 11:45:19 - Rui Valadares (rvaladares@terra.com.br): BOA...nosso mercadinho...
A situação financeira das companhias brasileiras de capital aberto há tempos não é tão confortável como agora. O caixa cresce a uma velocidade superior à da dívida, e o movimento se acentua nos últimos trimestres. Mas, se por um lado o cenário é favorável para o aumento dos investimentos, por outro traz questionamentos sobre a gestão do dinheiro pelas empresas. Dois levantamentos baseados nos dados do terceiro trimestre do ano atestam esse cenário. Um deles, realizado pelo Valor Data, mostra que o caixa consolidado das companhias não financeiras listadas em bolsa alcançou R$ 237,5 bilhões em setembro, com crescimento de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. Sem considerar Petrobras e Vale, que pelo tamanho distorcem as comparações, o caixa das companhias atingiu R$ 173,2 bilhões, o que significa expansão de 30% em 12 meses e de 38% em relação ao terceiro trimestre de 2008, o último antes do estouro da crise financeira mundial. São altas superiores às da dívida financeira bruta, que alcançou R$ 397,7 bilhões, com aumentos de 17% e 35%, respectivamente. Com isso, a relação entre a dívida líquida e o patrimônio líquido das companhias também melhorou, embora não tenha atingido o patamar do terceiro trimestre de 2008. O indicador está em 40,9%, contra 44,1% no mesmo período de 2009 e 38,6% há dois anos. Outro levantamento, realizado pelo economista Geraldo Biasoto, presidente da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) de São Paulo, analisou os balanços de 193 empresas não financeiras, excluindo Petrobras. A pesquisa mostra que as companhias industriais estão menos endividadas hoje do que estavam no pré-crise, ou em setembro de 2008. A relação entre o endividamento líquido e o capital próprio das empresas atingiu 0,31 no fim do terceiro trimestre deste ano, não só inferior aos 0,39 de setembro de 2009, mas também menor que há dois anos - 0,33 em setembro de 2008. "As empresas aproveitaram o momento de recuperação e, depois, a aceleração econômica, para deixarem seus balanços mais limpos", diz Biasoto, da Fundap. Alexandre Espírito Santo, economista da Way Investimentos e professor de finanças da ESPM-RJ, diz que um caixa forte é confortável para a empresa e os acionistas em épocas de crise, como a que o mundo tenta superar agora. Além disso, o dinheiro deixa as companhias preparadas para aproveitar oportunidades de negócios. "Quando o mercado internacional voltar a crescer, o que talvez ainda não aconteça em 2011, os investimentos vão se acelerar e as companhias brasileiras estarão prontas para isso."

07/12/2010 11:37:16 - Flavio Castro (fcastro@hotmail.com): Nota brasileira...
A presidente da Standard & Poor´s (S&P) no Brasil, Regina Nunes, acredita que a economia brasileira poderia ter uma elevação na nota de grau de investimento (rating), mas atualmente a perspectiva para é estável. Atualmente, o Brasil é BBB-. "É mais fácil alguns países europeus convergirem para baixo do que o Brasil subir. A S&P não acredita que o País vá andar para trás, mas avançar é o grande desafio", alertou Regina, que também participou do evento. Porém, para a especialista, as grandes reformas macroeconômicas que, por enquanto, não estão no cenário base poderiam modificar este cenário. "Política fiscal austera de, pelo menos 3% do PIB de superávit fiscal. Tem que voltar a fazer um sacrifício fiscal maior".

07/12/2010 11:30:28 - Fernando Silva (fernandosilva@bol.com.br): deu no Reservado
Esse negócio de a Vale ter um barril de terras raras pode não ser agora. Mas ainda vai dar muita alegria aos acionistas da companhia.

07/12/2010 10:39:43 - Luzia (luziasfig@bol.com.br): Pmam
Correm nas más linguas que a Vale estaria disposta a refazer uma oferta pela dita cuja...o preço?..ninguém sabe....

07/12/2010 10:29:33 - Guilherme (guitav@bol.com.br): Sou mais a LLXL doravante...
Artur Delorme, analista da Ativa- “Ressaltamos que a aparente variação de aproximadamente 800% no preço da PRTX3, assim como a queda de 40% de LLXL3, foi distorcida devido ao fato do preço de abertura deste papel ter sido determinado pelo valor patrimonial dos seus ativos, embora ainda sejam pré-operacionais”, escreveu o analista em relatório. Além disso, a cisão dos ativos da LLX, os quais serão posteriormente vendidos à MMX (MMXM3), é neutra para o mercado, segundo o analistas. Já a possibilidade de elevar o transporte do minério de ferro de 50 milhões para 100 milhões de toneladas por ano devido à aquisição de terras anunciada na sexta-feira (6) é vista como positiva. “A notícia da cisão da PortX já era conhecida pelo mercado, o que resulta em um impacto neutro para as ações”, apontou. No entanto, a possível expansão da capacidade é positiva, já que a receita do Porto Sudeste será proporcional ao volume transportado, ressaltou o analista.

07/12/2010 10:12:25 - Henrique S. (henriques@zipmail.com.br): UFA!!!
Londres +1,08%...Frankfurt +1,04%...Paris +2,01%...S&P FUT ,72%..Nosso Fut +1,33%

07/12/2010 10:07:55 - Antonio Carlos (acarlos@bol.com.br): HRTP
O Banco do Brasil iniciou a cobertura da HRT (HRTP3) com recomendação de compra e preço potencial para o final de 2011 de R$ 2 mil, upside (potencial teórico de valorização) de 28,07% em relação ao último fechamento. Segundo o relatório, assinado pelo analista Nelson Rodrigues de Matos, o valor da empresa foi calculado pelo método do fluxo de caixa descontado, com taxa nominal de 13,1% ao ano.

07/12/2010 10:05:14 - Branco (rbranco@uol.com.br): A noticia do site
A Companhia Paranaense de Energia (Copel) comunica que seu Conselho de Administração aprovou o programa de investimentos previsto para 2011. O orçamento totaliza R$ 2,060 bilhões, divididos em geração e transmissão (R$ 1,024 bilhão), distribuição (R$ 933 milhões) e telecomunicações (R$ 102 milhões). "Nestes valores não estão incluídos investimentos em possíveis aquisições, em projetos de geração e transmissão advindos de futuras licitações, além daqueles a serem realizados pelas suas empresas controladas", diz o comunicado da Copel.

07/12/2010 09:53:12 - Josias de Souza (jsouza@uscf.org): Produção que é bom...tá complicado...
O processo de venda de participação minoritária nos blocos da OGX Petróleo e Gás, na Bacia de Campos seguirá em andamento durante o ano de 2011, sem data prevista para ser concluído. Anteriormente, a companhia havia informado que pretendia concluir a operação até o fim deste ano. A explicação é que se trata de processo dinâmico devido à intensa campanha de perfuração em andamento, com quatro sondas em operação em Campos, perfurando novos poços pioneiros, delimitatórios e de desenvolvimento da produção que, associados a alta taxa de sucesso, agregam valor aos recursos e aos acionistas a cada passo. A empresa também informa que tem "sólida posição financeira, com mais de US$ 3 bilhões em caixa, suficiente para suportar todos os compromissos exploratórios e ainda o início do desenvolvimento da produção", previsto para meados de 2011. Em relação ao prospecto Vesúvio, a OGX reiterou que foram perfurados três poços na acumulação e em todos foi comprovada a presença de óleo, por meio de perfis e coleta de amostras. No teste de formação realizado num desses poços, o OGX-9DB, questões técnicas, impediram a coleta de informações adicionais sobre características e vazão do reservatório. E foram iniciados os trabalhos com a consultoria norte-americana DeGolyer & MacNaughton para uma nova avaliação de recursos riscados e recursos contingentes para as bacias de Campos e Parnaíba, com conclusão prevista para o início de 2011.

07/12/2010 09:18:40 - C. Carvalho (ccarvalho@zipmail.com): BRPR
Com um modelo de negócios diferenciado e um amplo portfólio de investimento em imóveis comerciais, a BR Properties (BRPR3) é uma ação forte para quem quer investir no setor imobiliário. A avaliação é do Bank of America em relatório de início de cobertura para o papel nesta segunda-feira (6), que traz também recomendação de compra para a ação. Os analistas Fanny Oreng e Carlos Peyrelongue destacam a carteira multifacetada de empreendimentos da companhia, que inclui aquisição, administração e venda de imóveis comerciais variados como escritórios, galpões industriais e de varejo. O preço-alvo definido pelo banco foi de 25 reais por ação. A perspectiva de crescimento é outra vantagem competitiva para a empresa, baseada em sua estratégia agressiva para o aumento da área bruta locável, e deve impactar positivamente as ações. “Ainda que já estejamos incluindo a estimativa de 580 milhões de reais em aquisições, em linha com o guidance, a companhia está analisando alvos de até 4,4 bilhões de reais”. Pelas estimativas do BofA, cada 100 milhões de reais em aquisições aumenta a avaliação da ação em 0,20 real.

07/12/2010 09:05:14 - Paulo Bianchini (pbianchi@zipmail.com.br): Boas novas
Nova York - As taxas dos principais títulos da dívida externa do Brasil estão no menor patamar em seis meses em relação aos da Rússia. O nível atual reflete expectativas de que a nota de crédito brasileira será elevada. Leia Mais 07/12/2010 | Brasil é o 3º que mais evoluiu em educação na última década 07/12/2010 | Anefac diz que aumento do compulsório bancário inibe aumento da Selic 07/12/2010 | Lula diz que decisão de compra de 36 caças de combate é de Dilma 07/12/2010 | Brasil é responsável por 52% dos gases do efeito estufa na América Latina Os bônus em dólar do Brasil com vencimento em 2019 rendiam na semana passada 132 pontos-base a menos do que a dívida de prazo semelhante da Rússia, que tem nota de crédito um nível maior. A diferença é a maior desde maio, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. A diferença aumentou porque as taxas dos papéis russos subiram mais rápido do que as dos títulos brasileiros no último mês. Economistas sondados pelo Banco Central estimam que a economia brasileira vai crescer 7,5 por cento este ano, o ritmo mais acelerado em mais de duas décadas e quase o dobro da expansão prevista pelo Ministério da Economia da Rússia. Para a inflação, a projeção é que os preços no Brasil avancem menos do que na Rússia. O presidente do BC, Henrique Meirelles, disse ontem que a classificação BBB- do Brasil também é baixa em comparação com Itália, Portugal e Irlanda, que têm notas pelo menos três níveis mais altas, e provavelmente será elevada. “O Brasil tem sido negociado como BBB+ já há algum tempo”, disse David Spegel, estrategista-chefe de dívida de mercados emergentes do ING Groep NV em Nova York. “As agências de classificação de crédito têm estado tão atrás da curva que o mercado vê isso como meio irrelevante.” A taxa dos bônus brasileiros de cupom 5,875 por cento com vencimento em 2019 despencou 118 pontos-base, ou 1,18 ponto percentual, desde o final de abril para 3,59 por cento, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. O rendimento do título russo com cupom 5 por cento e vencimento em 2020 caiu 53 pontos-base no mesmo período. No último mês, o rendimento das notas russas subiu 57 pontos-base e as do Brasil, 42. Grau de investimento O Brasil, que recebeu pela primeira vez o grau de investimento em 2008, é classificado um nível abaixo da Rússia, que tem nota BBB pela Standard & Poor’s, e dois níveis abaixo da nota russa Baa1 pela Moody’s Investors Service. “Isso reflete as divergências fundamentais”, disse Win Thin, estrategista-chefe global de mercados emergentes da Brown Brothers Harriman & Co. em Nova York. “Ainda que a Rússia tenha classificação superior à do Brasil, essas notas perderam todo significado. O Brasil é mais seguro. O Brasil tem mais credibilidade.” A melhora da nota brasileira depende de como o governo da presidente eleita Dilma Rousseff vai retirar as medidas de estímulo implantadas durante a crise financeira global, disse ontem Regina Nunes, representante da Standard & Poor’s no País, durante um evento em São Paulo.

07/12/2010 09:00:45 - Jose Linhares (zelinhares@ig.com.br): Atenção auto peças...
Quase dobraram as taxas de juros cobradas dos financiamentos de veículos nos planos sem entrada depois que o Banco Central (BC) baixou o pacote de arrocho do crédito na sexta-feira. O aumento dos encargos financeiros deve provocar queda de até 20% nas vendas de carros zero quilômetro e atingir principalmente o consumidor de baixa renda que, por falta de recursos, optava pelos planos longos e sem entrada.

07/12/2010 08:35:14 - Romualdo (romusilva@rvnet.com.br): olho nessa hoje...
O Conselho de Contribuintes da Secretaria Estadual de Fazenda vai decidir hoje, em sessão às 13h30m, se a principal atividade da Refinaria de Manguinhos é mesmo o refino de petróleo, como ela sustenta, ou se é a distribuição de combustíveis para o mercado varejista. A pauta do dia prevê o julgamento do recurso apresentado pela empresa, só acolhido por força de liminar judicial, contra reenquadramento de sua inscrição — no cadastro do ICMS — de refinaria para distribuidora. O ato de reenquadramento foi decidido, no ano passado, pela Secretaria Estadual de Fazenda, após a constatação de que a refinaria "não exerce efetivamente atividade de refino desde o ano de 2005, como por ela expressamente confessado em seu relatório de administração". Para Manguinhos, a condição de refinaria garante a possibilidade de comprar gasolina de outra refinaria sem reter o ICMS no destino (substituição tributária). Manguinhos é o principal alvo da Operação Alquila, desenvolvida pela Polícia Civil, no ano passado, para investigar as ações de uma suposta quadrilha de sonegadores do ICMS. Relatório produzido por fiscais da Fazenda estadual revela que o esquema de fraude provoca um rombo anual de R$ 162 milhões na arrecadação de tributos estaduais. A Procuradoria Geral do Estado, ao defender o reenquadramento, argumentou que há, "no caso concreto, o risco de dano irreversível ao Estado do Rio de Janeiro, em razão da manobra praticada por Manguinhos, que se vale do cadastro de refinaria para apresentar-se como substituta tributária, sem o ser de fato, importando em prejuízos anuais na arrecadação do estado a estratosférica quantia de R$ 162 milhões, conforme relatório da fiscalização".

07/12/2010 08:27:09 - Raposo (raposo@raposo.com): Enquanto não resolverem essa, não sobem!!!
Há R$ 2,16 bilhões em ações da Ambev, Ideiasnet, MMX, Inepar e Rede Energia em distribuição pública. Elas correspondem a sobras de aumento de capital privado de R$ 5,34 bilhões que não foram integralizadas pelos acionistas. A transação pode ser vantajosa para o investidor porque, ao contrário do que ocorre nas ofertas públicas, o preço mínimo de subscrição é definido previamente, quando a operação é aprovada pelo conselho de administração das empresas.

07/12/2010 08:11:46 - Carlos S. Lopes (cslopes@intercity.com): Mostrando serviço...
A TAM, a Brasil Ecodiesel e a Curcas - empresa especializada no desenvolvimento de projetos de energia renovável - anunciaram hoje que se uniram para analisar a viabilidade de um projeto integrado de produção sustentável de bioquerosene de aviação no Brasil. "Estamos trabalhando de forma colaborativa com empresas dos segmentos de aviação e de biocombustíveis para desenvolver um projeto totalmente integrado, desde a produção agrícola até a distribuição do combustível nos aeroportos. Nesta fase inicial, serão feitos os estudos necessários para comprovação da sustentabilidade e da viabilidade econômica da produção. Esperamos inciar a produção comercial em 2013", afirmou o diretor-executivo da Curcas, Rafael Abud. Segundo informaram as empresas em nota, o grupo conta ainda com a colaboração da fabricante de aeronaves Airbus e com a Air BP, unidade de distribuição de combustíveis para aviação da BP. Os estudos de sustentabilidade serão conduzidos pela Universidade de Yale, dos EUA, e patrocinados pela Airbus. O projeto prevê a utilização de diversas fontes de matéria-prima, com destaque para o pinhão-manso, bastante presente em projetos de agricultura familiar e do agronegócio.

07/12/2010 08:02:07 - Frederico Marzagão (fmarzagao@hotmail.com): Tá fora!!!
O presidente e sócio do BTG Pactual, André Esteves, descartou qualquer interesse na aquisição do Banco Panamericano. Diante do questionamento de jornalistas sobre eventuais aquisições após a capitalização de US$ 1,8 bilhão recebida pela instituição por um grupo de investidores internacionais, o executivo fez questão de desmentir os rumores que circularam na imprensa sobre um possível interesse do BTG em expandir as atividades para o varejo. Uma das alternativas, segundo as notícias, seria a compra do banco controlado pelo Grupo Silvio Santos, que no mês passado realizou um aporte de R$ 2,5 bilhões para cobrir um rombo contábil.

06/12/2010 14:09:58 - José Costa (joscosta@bol.com.br): LLXL moleza
Otávio Lazcano, CEO (Chief Executive Officer) da LLX (LLXL3), empresa de logística portuária pertencente ao grupo EBX, disse estar bastante "empolgado" sobre a possibilidade de movimentação de petróleo no Porto do Açu. Em teleconferência com os acionistas sobre a atualização do plano de negócios da LLX, Lazcano disse que a empresa tem atualmente diversos memorandos de entedimento com grandes petrolíferas atuantes no Brasil, como a Shell, que poderão desdobrar-se em contratos de longo prazo já no próximo ano. "É uma boa notícia para o acionista da LLX", declarou. De acordo com o executivo, a ideia é que além da capacidade de escoamento da produção de óleo cru, o porto fornecerá infraestrutura, com construção de tanques, para que as empresas possam processar o óleo, agregando valor ao produto. "As receitas que poderemos gerar com esses contratos são enormes, mas levará alguns meses antes que possamos converter os memorandos em contratos de longo prazo", sinalizou Lazcano, que mencionou ainda que o modelo de negócio com essas companhias ainda não está definido. Uma alternativa possível seria a cobrança de tarifas para que as companhias utilizassem as instalações da LLX para beneficiar o produto.

06/12/2010 13:02:38 - Antonio Carlos (acarlos@bol.com.br): CSAN
O mercado norte-americano, no curto prazo, deve continuar resistindo ao etanol produzido no Brasil através da cana-de-açúcar. Esta é a visão de Marcelo Martins, diretor Financeiro da Cosan (CSAN3). Segundo ele, porém, no médio prazo este cenário deve mudar. "Este ano nós tivemos uma eleição nos Estados Unidos para novos membros do Senado do país. Estes novos membros podem representar um avanço nesta questão, pois eles aparecem com ideias novas para a Casa", disse Martins. "Mas, ainda sim, no curto prazo eu não vejo uma alteração na questão da importação norte-americana do etanol brasileiro", completou. Neste sentido, Martins avalia que "no médio e longo prazo, eles [os norte-americanos] deverão acabar excluindo os empecilhos que atualmente existem na exportação do nosso etanol para lá", disse, em reunião da empresa junto à Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), realizada nesta segunda em São Paulo.

06/12/2010 12:27:58 - Norma (norma@ig.com.br): aos interessados
Inicia-se nesta segunda-feira (6) o período de reservas para participar do processo de IPO (Oferta Pública Inicial) da Droga Raia, cuja distribuição contemplará a oferta primária e secundária de ações ordinárias. Os investidores terão até o próximo dia 15 para realizar os pedidos de reserva. O processo teve início quando a companhia entrou com pedido de distribuição dos papéis junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), em 26 de outubro. As ações da Droga Raia serão negociadas no Novo Mercado da BM&F Bovespa sob o código RAIA3. A precificação será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding. Contudo, os coordenadores da oferta estimam que o preço por ação se situará entre R$ 19,00 e R$ 24,00.

06/12/2010 12:23:11 - Fernando Silva (fernandosilva@bol.com.br): Deu no Reservado
O Ministério da Defesa tem usado a Embraer como cartão de visita em aproximações com países africanos. A companhia negocia a venda de jatos militares para a Nigéria.

06/12/2010 11:23:08 - Paulo Bianchini (pbianchi@zipmail.com.br): Com fome...
A Weg anunciou nesta segunda-feira (6/12) a compra da Equisul Indústria e Comércio, companhia especializada na fabricação de sistemas de alimentação elétrica ininterrupta, como no-breaks, fontes de alimentação e bancos de baterias. Segundo a empresa, a Equisul deve obter receita operacional de R$ 15 milhões em 2010. O preço da operação não foi informado Com a aquisição, a Weg incorpora o segmento à sua linha de produtos, que vai desde motores elétricos até tintas.

06/12/2010 11:11:03 - Flavio Castro (fcastro@hotmail.com): Por falar nela...
A Positivo (POSI3) anunciou nesta sexta-feira (6) a formação de uma joint venture com a BGH Sociedad Anónima para fabricar e comercializar diversos produtos de informática na Argentina e no Uruguai. A parceria produzirá desktops, notebooks, all-in-ones, e-books e tablets em uma nova planta industrial que será construída na província da Terra do Fogo, Antártida e Ilhas do Atlântico Sul, na Argentina, após cumprimento das formalidades legais. A operação foi realizada através da compra pela Positivo de 50% do capital social da Informática Fueguina, que era de titularidade direta e indireta da BGH. A administração da nova sociedade será compartilhada entre as duas companhias e tem investimento inicial estimado pela Positivo de US$ 8 milhões, com previsão de entrada em operação em meados de 2011. A BGH possui mais de 90 anos de atuação no mercado argentino, com penetração no mercado de varejo e governamental. A empresa já possui know-how na produção de eletroeletrônicos, telefones celulares e produtos de informática.

06/12/2010 11:03:18 - Fábio Uchoa (fuchoa@ipsnet.com.br): IBOV
O comportamento do Ibovespa, principal índice de ações do mercado brasileiro, trouxe esperança para os investidores. A alta (de 0,26%) foi pequena em relação à do dia anterior (de 2,42%). Mas a grande notícia foi a confirmação do rompimento, pelo índice, da linha de tendência de baixa em que se encontrava. "O Ibovespa rompeu a tendência na quarta-feira, quando ultrapassou os 69 mil pontos, e confirmou essa situação ontem, quando subiu ainda mais", avalia o analista gráfico Erich Beletti. O índice terminou o dia aos 69.527 pontos. Também agradou o fato de que a alta dos últimos dois dias aconteceu em pregões com volumes negociados superiores aos dos dias de baixa de novembro. O de ontem movimentou R$ 5,8 bilhões e o de quarta-feira, R$ 6,5 bilhões. "A realização de lucros que ocorreu em novembro trouxe o Ibovespa de volta para dentro de uma tendência de alta primária [de longo prazo] que começou em outubro de 2008. Em seguida, pontos importantes começaram a ser ultrapassados", explica Beletti. Daqui por diante, o índice tem resistências 70.500 e nos 72 mil pontos - patamar que o analista considera razoável para o encerramento do ano.

06/12/2010 10:43:11 - Branco (rbranco@uol.com.br): Carteirinha
O Credit Suisse divulgou a carteira de top picks do banco de investimentos para toda a América Latina no mês de dezembro. Dentre os dezesseis papéis relacionados, onze deles pertencem a empresas brasileiras. Com a exceção da Usiminas, todos os ativos incluídos na carteira tem classificação outperform, que de acordo com a metodologia do Credit Suisse, significa que o retorno total esperado da ação é superior ao desempenho projetado para o principal benchmark daquele mercado em pelo menos 10% a 15% (ou mais, dependendo do risco) nos próximos 12 meses. Confira os ativos de empresas brasileiras recomendados pelo Credit Suisse: Empresa Ticker Preço-alvo Upside* Gafisa GFSA3 R$ 18,00 46,46% CSN CSNA3 R$ 37,00 41,70% Banco do Brasil BBAS3 R$ 45,00 34,36% Usiminas USIM5 R$ 25,00 32,27% Itaú Unibanco ITUB4 R$ 52,00 29,51% Pão de Açúcar PCAR5 R$ 93,00 31,56% PDG Realty PDGR3 R$ 13,00 28,71% Ambev AMBV4 R$ 260,00 12,40% Braskem BRKM5 R$ 22,00 19,11% Embraer (ADR) ERJ US$ 37,00 24,62% Vale (ADR) VALE US$ 39,00 16,18%

06/12/2010 10:19:17 - Branco (rbranco@uol.com.br): + Positivo
A concorrência agressiva que abateu as ações da Positivo (POSI3) vai continuar a pautar o mercado de tecnologia no Brasil – mas não para sempre. E uma recuperação potencial dos papéis pode torná-los bem atraentes, alerta o Bradesco em relatório nessa sexta-feira (3), no qual revisou a recomendação para compra das ações (a avaliação anterior era manutenção). “Não acreditamos que a competição acirrada no setor seja sustentável no longo prazo”, dizem os analistas Luiz Azevedo e Rodrigo Santoro. “O upside é vantajoso dado o pobre desempenho recente das ações”, explicam. O relatório não descarta, no entanto, a volatilidade dos papéis e a falta de catalisadores para a alta no curto prazo, e diminui o preço-alvo das ações de 24 reais para 16,60 depois do que chama de resultados trimestrais “desapontadores”. A ressalva final dos analistas esclarece que a Positivo é um investimento de risco, e as ações devem ainda passar por bastante volatilidade.

06/12/2010 10:07:22 - Guilherme (guitav@bol.com.br): Banquinhos...
As opiniões dos analistas divergem sobre as medidas anunciadas pelo Banco Central e o CMN (Conselho Monetário Nacional) na última sexta-feira (3) e o impacto sobre o setor bancário, com visões que interpretam as medidas tanto negativamente como também de forma neutra. Para a equipe de analistas da Ágora Corretora, as novas medidas devem ter impacto negativo para o setor bancário brasileiro no curto prazo, uma vez que “deverá resultar na redução da liquidez no mercado, na queda da demanda por crédito por parte das pessoas físicas, além de maiores pressões no custo de financiamento”. Mais especificamente, na visão destes analistas, o banco mais afetado deverá ser o Banco do Brasil (BBAS3), pois possuí o menor índice de Basiléia. Na opinião dos analistas da Ativa Corretora, as medidas tem impacto negativo para o setor, de modo geral, mas especialmente para os bancos com maior exposição à pessoas físicas, “onde os grande bancos se destacam, com 32% a 38% de suas carteiras de crédito neste segmento”. Para os analistas, essas medidas reduzem o espaço para concessão adicional de crédito por parte dos bancos, que projetavam crescimento entre 15% e 20% de suas carteiras de crédito no próximo ano e que agora pode ser “significativamente menor”.

Primeira PáginaPágina AnteriorPróxima PáginaÚltima Página Página 5 01 02 03 04 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

as quotas de exportação da china

resultado de pesquisa:

Dies ist der Cache von Google von http://english.peopledaily.com.cn/90001/90778/90861/7198020.html. Es handelt sich dabei um ein Abbild der Seite, wie diese am 14. Nov. 2010 09:52:51 GMT angezeigt wurde. Die aktuelle Seite sieht mittlerweile eventuell anders aus. Weitere Informationen

Nur-Text-Version
Diese Suchbegriffe sind markiert: magnesite export china
Set as Homepage | Register|Sign In
Chinese|Big 5|French|Russian|Spanish|Japanese|Arabic

CPC News|China Tibet Online|Forum

News letterVoice from ReadersFeedbackRSS

o Home
o China
o ChinaBiz
o World
o Life & Culture
o Opinion
o Sports
o Video
o Forum
o Photo
o Features

Home>>ChinaBiz >> Trade & Investment
China specifies export quota application conditions for rare earth
16:58, November 12, 2010
Email | Print | Subscribe | Comments | Forum
Increases the bookmark
twitter facebook
digg Google
Windowslive Delicious
buzz friendfeed
Linkedin diigo
reddit stumbleupon
The Ministry of Commerce (MOFCOM) announced the conditions and procedures for the export quota application of rare earth and other industrial products for 2011 on Nov. 11, and enterprises that were granted rare earth export quotas for 2010 should apply for rare earth export quotas under the standards specified in the announcement.

According to the announcement, rare earth producers who are applying for rare earth export quotas should comply with related regulations on development plans, policies and management of the rare earth industry and obtain the ISO 9000 quality system certification.

The applicants should have used rare earth raw materials supplied by rare earth mining enterprises that have secured rare earth mining rights from the Ministry of Land and Resources. They must be equipped with environmental management facilities matching their output capacity, and their pollutant emissions should meet national or local emission standards. Distribution enterprises applying for the quotas must obtain the ISO 9000 quality system certification.

Furthermore, the announcement shows that to increase rare earth production concentration and cut the number of export enterprises, enterprises that registered after Jan. 1 of 2007 cannot incorporate the export revenue of their subsidiaries or affiliated companies into their own export revenue while applying for the quotas.

According to the announcement released by the MOFCOM on Oct. 28, the export quotas of a variety of industrial products for 2011 are 15,700 tons of tungsten and tungsten products, 18,900 tons of tin and tin products, 60,300 tons of antimony and antimony products, 25,500 tons of molybdenum, 233 tons of indium, 830,000 tons of alumina, 5,670 tons of silver, 1.5 million tons of phosphate ore, 680,000 tons of talcum powder, 216,000 tons of silicon carbide, 6,500 tons of licorice and 1.85 million tons of magnesite.

By People's Daily Online

* Do you have anything to say?
*

* Name
* Email
* Country (Optional)
*


* click here to return to top

双语词典
dictionary

Related Reading

*

China issues new rare-earth rules
*

Govt mulls tighter rare earth production standards
*

Tighter standards mulled for rare earths
*

China to maintain rare earth exports next year: minister
*

China plans strategic reserves for rare metals
*

China likely to cut rare metal exports quota 2-3% per year
*

China will not significantly cut rare earth exports in 2011: official
*

WTO Ambassador: product upgrade to counter US probes
*

China will not significantly cut rare earth exports in 2011: official

Special Coverage

* Focus On China
* Shanghai World Expo 2010

Major headlines

*

China's Antarctic expedition to finish renovation
of Zhongshan station
*

Thousands of American Flying Tigers relics are on display in Kunming
*

China, Portugal vow to boost legislative exchanges
*

Hu Jintao meets Portuguese PM on bilateral ties
*

Jia Qinglin meets with Oman's Sultan
*

China, U.S. should avoid politicizing economic issues: vice premier
*

China, Israel see closer ties, to expand cooperation
*

Chinese president concludes Portugal trip
*

Chinese Premier to attend China-Portuguese-speaking Countries forum in Macao
*

China, France enter new era of strategic partnership

Editor's Pick

* Russian boy big fan of Chinese medicine
* Night scenery of Huangcheng square in Guangzhou
* China-Thailand Marine Corps joint training completed in Sattahip
* Heavy snow blankets NE China
* Cheer girls train for beach volleyball bikini show
* China delivers 3rd frigate to Pakistan

Hot Forum Dicussion

*

China: Pentagon's pretext to boost spendings?
*

Shadow of "Currency War" dominates G-20 summit
*

When China to challenge US air advantage?
*

Bush: No regrets over waterboarding
*

China - US cyber cooperation
*

US's new military stronghold
*

Carla Bruni's 'immoral life' slur by Iran

Links

China Daily Global Times CCTV china.org.cn CRI Eastday Beijing Review eBeijingChina Today China Travel
Versions

*
*
*
*
*
*
*

Attention: If you find mistakes in our website, please select the incorrect data and press "CTRL + ENTER".
About Us| Contact Us| Legal Statements| Site Map| FAQ| Advertise with us|Employment|
Copyright by People's Daily Online, All Rights Reserved

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

credit suisse - currency war

copiado do credit suisse:


Access Key Navigation

* Direct to the start page
* Direct to content
* Direct to the sidebar content
* Direct to the language selector
* Direct to the navigation

To the Credit Suisse Homepage
Navigation

* Individuals
* Corporates & Institutions
* Investment Banking
* Asset Management
* Careers
* About Us

Main navigation

* Who We Are
* Media
* Investor Relations
* Corporate Governance
* Corporate Citizenship
* Sponsorship
* In Focus

Navigation In Focus

* Economy
o Overview
o Global Trends
o Switzerland
o Europe
o The Americas
o Asia
o Middle East and Africa
o Sectors & Companies
* Society
o Overview
o Current Affairs
o Sustainability
o Swiss Worry Barometer
o Commitment
* Culture
o Overview
o Classical Music
o Art
o Jazz & Pop
o Film & Theater
o Other Sponsorship Activities
* Sports
o Overview
o Football
o Golf
o Equestrian Sport
o Other Sports
* Interviews
* Credit Suisse
* Dossiers
o Overview
o Financial Crisis
o Globalization
o Swiss Financial Center
o Emerging Markets
o Frontier Markets
o India
o Information Technology
o China
o Commodities & Energy
o Derivatives & Hedge Funds
o Sustainable Investments
o Foreign Exchange
o Real Estate
o The ABC of Investment
o Your Own Home
o Succession
o Swiss Venture Club
o Job & Career
o 150 Years
+ Overview
+ Events Switzerland
+ Events International
+ Features & Interviews
o European Union
* Podcasts
o Overview
o Podcast - Credit Suisse TV
o Podcast - Economy & Finance
o Podcast - Our Commitment
* News via RSS
* Contests
* Newsletter

Home >About Us >In Focus >Economy >Global Trends
Global Trends

The Impact of the "Currency Wars" on Economies

Joy Bolli, Online Publications

26.10.2010 Recent interventions led people to speak about "currency wars". Giles Keating, head of Credit Suisse Research explains what this means for currencies, economies and the financial markets.



Play video in a new window Play Video
Joy Bolli: In laymen words, what is going on in the currency markets at the moment?
Giles Keating: On the one hand, the Federal Reserve in the US has signalled very clearly that it is moving toward quantitative easing, which means buying bonds to keep interest rates low and indirectly stimulate the stock market. That means a greater supply of dollars (is fed) into the system. That is tending to weaken the dollar. And the second thing is that a number of countries are trying resist the scale and the speed of that dollar weakening. We’re seeing some intervention and some taxes on capital inflows.

Officially the global recession is over and economies are starting to pick up again. Why would they aim at keeping their currencies weak at this point?
It is all a matter of the speed and scale of movement. Most countries don’t mind some appreciation, particularly emerging countries which are growing rapidly, They have a potential risk from inflation and want to become less reliant on exports. But as it gets too far too fast, they actually fear it could damage their export industries and become destabilizing. So, a modest move is consistent with an improving global economy. But too rapid a move cause problems.

Can you give us examples of which economies are profiting from this situation and which currencies are the most affected?
What we’ve seen over the last month is virtually all major currencies moving up against the dollar. We saw the euro and the Swiss franc in Europe. The yen is being strong. In the emerging markets, most of the major currencies including the Chinese renminbi, the Brazilian real and many others have moved up.

Although it’s been attractive for investors involved in those currencies, the pace has triggered some concern among policy makers in the affected countries. They feel that this very rapid move up could damage their economies. In just the last few days before this interview, we’ve seen the dollar regain a little bit of ground. That’s a relief to everybody. Even if the long-term trend in those currencies is upward, the move we’ve just seen was a bit too fast.

There are discussions about whether monetary unions could be a solution to the problem. But the euro and the dollar have both proven that even monetary unions face serious challenges. Would a monetary union – let’s say in Asia – make sense?
A literal monetary union is not on the cards. There are far too many political and economic barriers to that. But what might be possible – and some world leaders are trying to look to this at the G-20 meeting that’s coming up in early November - is to look to some loose agreement, which would probably involve that the US would be doing a degree of monetary stimulus. They would do that in a measured way so it didn’t create too much short-term pressure.

Meanwhile, from the point of view of the emerging currencies, they would be looking to a gradual move up of not just months, but of a number of years. This makes sense from an economic development point of view. It fits with the idea of rebalancing to less reliance on exports and more reliance on domestic demand in the emerging markets. A kind of loose agreement of that type is possible, but it does require real coordination effort among the international community.

Where are the opportunities for investors in this environment and what must they bear in mind?
We feel that this is rather a positive environment for stock markets. The feeling here is that the effect of the quantitative easing in the US really is designed to push up stock markets and credit markets. That’s the way that process works: By making capital cheaper and by making financial assets less attractive to people, so they want to go out and spend.

Credit Suisse thinks investors should be riding that wave upward. And meanwhile there are potential opportunities in currencies. The dollar regaining a bit of ground could be an interesting entry opportunity into some currencies, where the longer-term trend, particularly in the emerging markets, is still upwards.
Right Column

* Contact

* Contact us
* Press Contacts
* Shareholder Contacts
* Where To Find Us

*



Newsletter
Newsletter
Newsletter
More Articles
More Articles

* Dividends — Steady Payouts in Volatile Markets
* Food Products Industry Pays Out High Dividends
* Our Lifestyle Provides New Investment Prospects
* Merger Activity Is Picking Up and Set to Continue


In Focus
In Focus
Global Trends

* Global Trends

Dividends — Steady Payouts in Volatile Markets


Video

* Video

The Impact of the "Currency Wars" on Economies


Global Trends

* Global Trends

Food Products Industry Pays Out High Dividends


Global Trends

* Global Trends

Our Lifestyle Provides New Investment Prospects


Web Services
Web Services
E-mail this page : E-mail this page
Newsletter Newsletter
RSS : RSS
Podcasts : Podcasts
Twitter Twitter
Facebook Facebook


Footer - Credit Suisse Group
Print: Print
Accessibility Site Map Index A-Z

Copyright © 1997 – 2010 CREDIT SUISSE GROUP AG and/or its affiliates. All rights reserved.Terms of Use, Privacy Policiy and Global Patriot Act Certificate.

Language selector

* IT
* FR
* DE
* EN


Search - Credit Suisse Group
Search:
Fontsize: Larger Fontsize Smaller Fontsize

* Contact us
* Choose Country
* Home

domingo, 24 de outubro de 2010

opinião do Nooresh

do site nooreshtech.co.in


Dow Jones and Hang Seng – Can they see a 10% jump in next few months!!

by nooresh on October 20, 2010,23

The last update i had made on Global Indices was a few weeks back on September 17 – http://www.nooreshtech.co.in/2010/09/global-indices-dow-jones-ftse-cac-dax-and-hang-seng-on-verge-of-breakouts-did-sensex-jump-the-gun.html

Since then Dow Jones has moved from 10500 to 11200 the target seen.

Hang Seng has moved from 21.8k to 23.8k giving a clean jump of 2000 points.

Also all the other Global Indices have given a considerably nice upmove.

But the current chart formation suggests we may see a big move in coming months the same way as i expect Sensex to do 22.5k after the current correction.

Although what needs to be seen is whether we see a minor correction in global indices before they start the next big move ! which could be secular.

Dow Jones:

In my major update on Dow Jones had mentioned about 11200-11300 being the 61.8% fibonacci retracement and the index should pause and top out around that zone.

Dow then corrected to 9600 levels with a butter finger etc.

http://www.nooreshtech.co.in/2010/04/dow-jones-should-pause-at-11200-crude-slipping-from-trendline-resistance.html

Currently the formation is more like a cup and handle which ideally gives a target of 13k also. But one could expect after crossing 11300 Dow should do a target of 12200 which is the next fibonacci retracement.

Although dips to 10700-10750 is possible before the next big move.

Will have a look on it when it crosses 11300 or comes down to test 10700.

Dow12k thumb Dow Jones and Hang Seng Can they see a 10% jump in next few months!!

Hang Seng:

Before looking into the current scenario one can have a look into the previous chart which suggested a breakout at 21.8k

http://www.nooreshtech.co.in/wp-content/uploads/2010/09/HangSeng.png

Currently the index has crossed the year highs with ease which clearly suggests a test of 26500 over the next few month. A retest of the last high breakout around 23k is possible.

Yet again it looks like a cup and handle which gives a target of 27k.

Also here the next fibonacci retracement comes at 26k-26.5k.

HangSeng26k thumb Dow Jones and Hang Seng Can they see a 10% jump in next few months!!

Bottomline:

All the things point to a possible major upmove in global indices namely – Hang seng, Sensex, Dow Jones which matter to us but the next few weeks could be tricky as ideally all of them need a little dip before they start the long journey which could be secular in nature.

We will review the indices as and when

Sensex comes closer to 19600/19000 or crosses 21000

Dow Jones comes closer to 10700 or crosses 11300

Hang Seng if comes near to 23000.

All in all its a time to look out for buying opportunities on major declines with a good risk-reward or wait for a confirmation of crossover above recent highs. Investors should continue to remain invested and ride !

There is one thing which can be definitely said is the next few months and year to come is going to be much more exciting with lots of trading and investing opportunities.

TECHNICAL ANALYSIS TRAINING SCHEDULE

After a break of sessions outside Mumbai we are back with a string of training programs to be conducted in your city.

MUMBAI – OCTOBER 23- 24 ( book seats at the earliest as limited batch size )

HYDERABAD – OCTOBER 30-31 ( few seats left)

MANGALORE – NOVEMBER 13-14

AHMEDABAD – NOVEMBER 20-21

For more details regarding group discounts or to organize a session in your city get in touch with our Technical Training Head – Kazim – 09821237002

Regards,

Nooresh

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

sobre marcas na china

texto do credit suisse:


Access Key Navigation

* Direct to the start page
* Direct to content
* Direct to the sidebar content
* Direct to the language selector
* Direct to the navigation

To the Credit Suisse Homepage
Navigation

* Individuals
* Corporates & Institutions
* Investment Banking
* Asset Management
* Careers
* About Us

Main navigation

* Who We Are
* Media
* Investor Relations
* Corporate Governance
* Corporate Citizenship
* Sponsorship
* In Focus

Back to Publication Shop

bulletin online

Navigation In Focus

* Overview
* Content
o 2010
+ 4/10 - Consumption
+ 3/10 - Movement
+ 2/10 - South
+ 1/10 - Neighbors
o 2009
+ 5/09 - Responsability
+ 4/09 - Structure
+ 3/09 - North
o Interviews
* About us
o Editorial Board
o Awards
o History
* Advertising
o Media Data
o Prices
o Technical Data
* Subscribe to the bulletin

Home >About Us >Media >Publications >bulletin >bulletin online >Content >2010 >4/10 - Consumption
4/10 - Consumption

China's Great Thirst for Luxury

Martin Regnet, Journalist

18.10.2010 In Shanghai, the People's Republic of China has long since transformed itself into an opulent consumer paradise. For the luxury brands of the world, China is now a veritable gold mine. That's because the Chinese, more image-aware and individualistic than ever before, have a weakness for brand products.


Related Links:

Chinese Consumers Are Craving for Luxury Goods
Sunday in Shanghai. Ultramodern architecture and the brands of the world sit comfortably side by side in the Super Brand Mall. On a Sunday afternoon, people elsewhere might be lazily reading a book or going for a walk. But in the glamorous malls of Shanghai, it's all about shopping. Shortly after 1 p.m., the first wave of consumers move on from their lunch to this retailing temple, where shops stay open until 9 p.m. Shopping in China is very much a family experience. Indeed, for a growing number of fashionistas, shopping is actually a leisure pursuit to which the weekend is dedicated. The idea of going "gòuwù" – shopping – alone is alien to the Chinese. Material fortune is something to be shared with relatives and friends.

Splash Out on That Pricey Nokia, Pinch Pennies on Veggies
Although China has a per capita income of only around 6,600 US dollars a year, even those on only a modest income will not hesitate to splash out on high-end products. Indulging in luxury is something that is found across all strata of urban society. It is not uncommon for a taxi driver who gets by on fairly limited earnings of 4,000 yuan (around 700 dollars) a month to nonetheless possess the very latest Nokia mobile phone in the upper price segment. Consumption is done differently here, as is thrift – which might manifest itself in day-to-day haggling with vegetable traders, for example.

Shopping is writ large in Shanghai like in no other Chinese city. Here the country is already experiencing what will probably become reality all over the country in 10 years' time: a consumer boom. While Beijing has a reputation for rather conservative political lobbying and Guangzhou has turned itself into the leading center of industrial production, Shanghai has used the Chinese economic miracle to establish itself at the forefront of consumerism. It is from Shanghai that almost all the retail industry's global players have driven forward their Chinese expansion strategies. And nor do they look out of place – every imaginable international brand looks like it belongs in this metropolis on the Huangpu River, a city that is also home to the tallest buildings in China, the Chinese stock exchange, the world's second-largest port, two airports, a Formula One race circuit and Expo 2010.

Successful? Then Show It!
For the rich to flaunt their wealth is not vulgar but chic in China. This is readily confirmed by Jim Siano, CEO Asia Pacific of the luxury brand Montblanc: "Our clients are often entrepreneurs or company executives who are typically better educated than most of their fellow countrymen. But Chinese consumers generally have come a long way." While high prices may conflict with China's reputation as a country producing cheap goods, they certainly don't act as a bar to the Chinese consumer. Quite the opposite: "In the last 20 years, Chinese consumers have spent a significant proportion of their monthly income on luxury products. High-quality luxury goods are truly prized in China," observes Siano, a New Yorker by birth who has been scrutinizing the Chinese consumer intensively for the last two decades. Siano is impressed by the level of detail that the Chinese consumer will go to before purchasing a brand product: "For the Chinese, the origin of a product is very important, as is the brand and its history. They'll do lots of research in order to learn more about the background – what a name stands for, where the strengths of a product lie – and only then will they make their buying decision."

The Rich Get Much Richer
An increasing number of Chinese can easily afford luxury articles like the watches, pens and leather goods that are sold by Montblanc in its 95 Chinese stores. The richest 10 percent of households in this country have experienced a quantum leap in wealth over the last few years. On average they currently earn 255 percent more than they did in 2005, and now account for more than 35 percent of the total income of all Chinese households, although it is also true that almost all Chinese are better off than they were a few years ago. For the world's luxury brands, the affluent Chinese represent a target group that is now increasingly exercising a decisive influence on the global market for high-end consumer goods. Jim Siano reaffirms the point: "Our store in Shanghai's CITIC Square has been the largest of any of our stores in the world since it was opened in 2008. However, we are now planning to increase the size of this outlet threefold." An important factor for brand consumers is also the choice of location: "The Chinese luxury goods market is seeing a major drive toward much larger stores at leading retail locations. I'm expecting much more competition in the retail industry, and between operators of shopping malls as well as between brands."

Even the financial situation of Chinese in the lower income brackets is undergoing "moderate growth." The poorest 20 percent now earn more than half as much again as they did in 2005. Those in the middle income brackets have seen their earnings rise by 98 percent over the same period, i.e. virtually doubling.

Little Emperors to Leave Their Mark on Consumption Patterns
This trend is likely to continue, as the savings rate in China is falling rapidly. Whereas consumers were still saving 26 percent of their income back in 2004, the proportion of income set aside had declined to just 12 percent in 2009, as established by the Consumer Survey of Credit Suisse.

Consumption has a major future in China: As a result of the birth control policy introduced in 1980, the vast majority of Chinese under the age of 30 are single children. The Chinese born in the 1980s and 1990s grew up as the focal point of attention for their family, and are now accordingly being targeted by brand producers as high-spending consumers with serious purchasing power. This generation of "Little Emperors" – as they are termed in Chinese – has enjoyed the strongest growth in income over the last three years, a position they will maintain over the next three years too.

Mobility and Urbanization as Growth Drivers
China's real estate market is currently one of the world's "hottest," particularly in high-earning cities such as Shanghai and Beijing. One of the major drivers of the Chinese economic boom is the procurement and fitting-out of residential property. Urbanization is proceeding at breakneck speed in Zhongguo, or the "Middle Kingdom," as the Chinese frequently term their own country: Credit Suisse is anticipating an annual growth rate in urbanization of 0.8 percent. This means that the 46 percent of Chinese who lived in urban areas in 2009 will rise to 60 percent by 2030. Dramatic growth is expected in the medium-sized cities of central and western China in particular. In other words, some 190 million new Chinese urban residents will have to be provided for in terms of both infrastructure and residential space. Analysts at Credit Suisse are convinced that it is precisely these "new urban dwellers" who will drive the boom in consumption. This also goes hand in hand with the Chinese government's goal of increasing domestic demand so as to reduce the country's dependency on exports.

The result? Another massive surge in Chinese consumption. Dong Tao, an economist at Credit Suisse, expects this to undergo a quantum leap from 1.7 trillion dollars this year to 15.9 trillion dollars by 2020. This would see China increase its proportion of global consumption from 5.2 percent in 2009 to 23.1 percent in 2020, thereby leapfrogging the US to become the world's largest consumer market.

Audi Selling More New Cars in China Than in Germany
In a number of areas, the future is already very much in evidence. For example, China's automotive market is already the world's largest in terms of numbers of units. Since 2004, the proportion of households owning a car has risen from 12 to 28 percent, i.e. more than doubling. But this proportion is set to rise further. In the Credit Suisse Consumer Survey 2009, around 35 percent of households responded that they were either "definitely" or "probably" going to buy a new car within the next three years. For foreign automotive manufacturers, China is now the ultimate growth market, something that applies to German car brands above all. In the first five months of this year, Volkswagen Group China sold some 778,000 vehicles, a 48 percent rise on the record year of 2009. Plans for the construction of the tenth Volkswagen factory in the Middle Kingdom – in the city of Foshan in the Pearl River Delta – are already at an advanced stage. In the first half of 2010, Audi sold around 109,800 cars in China, 2,000 more than in its domestic market. BMW has enjoyed sales growth of some 100 percent in the first six months of this year. German manufacturers will gladly meet special requests of their Chinese customers, for example their preference for a significantly elongated wheelbase. Upmarket brands such as Porsche are likewise increasingly focusing on their Chinese customer base: In 2009, the company chose to unveil its Panamera model at Auto China in Shanghai.

Domestic Brands Catching Up
Similar trends are also apparent in the markets for flat-screen televisions and notebook PCs. Consumer interest in both products has risen continuously over the last few years. Where the former is concerned, Chinese consumers are latching on to the high-end segment with screens of between 37 and 45 inches, with a strong trend toward higher specification evident here too.

Although many Chinese brands have become increasingly accepted and their market share has risen, particularly in the last two years, international brands remain exceptionally popular: In particular, the great advantage held by foreign brands has been maintained in the area of technologically sophisticated products and luxury goods. Where fast-moving consumer goods such as food, drink and cosmetic products are concerned, foreign and domestic manufacturers appear to be running neck and neck. However, Chinese companies have a much stronger position in sectors such as the Internet and travel, a situation partly explained by the market barriers faced by new entrants.
Rural Population Participating in Growth to Only a Limited Degree
The boom also has its negative aspects. Today's Chinese consumers show much less interest in issues such as sustainability and social responsibility than their Western counterparts. When it comes to energy efficiency in manufacturing, China still lags far behind international standards. Water and air pollution levels are often considerable. The rural population as well as the western, northeastern and central provinces of the country are participating in this growth to only a limited degree. Within the developing regions, too, the gulf between rich and poor can often be immense.

Nor is the rest of the world immune to the negative aspects of the Chinese consumer boom. China's hunger for raw materials is already resulting in a number of market distortions. The export of valuable ground resources – such as "rare earths," for example, which are particularly important in high-technology industries – has recently been restricted. This is having a dislocating impact on entire industry sectors. China also now occupies a leading position as an emitter of greenhouse gases. Last but not least, China continues to be reproached for a currency manipulation policy that critics claim gives the country an unfair competitive advantage.

These problems notwithstanding, most Western manufacturers, investors and employers are hoping that the surge in Chinese consumption will maintain its strong momentum, and that the escalators of consumer temples such as the Super Brand Mall in Shanghai will remain packed with shopaholics. And not just on Sunday afternoons.
Right Column

* Contact

Contact us

*



Publication Shop
Publication Shop
Order or download the bulletin:
Edition Europe / Asia Open in a new window. Edition Americas Open in a new window. Subscribe to the bulletin Open in a new window.

In Focus
In Focus
Our online magazine on economic and social trends.
In Focus Open in a new window. Subscribe to the newsletter Open in a new window. News via RSS Open in a new window. News via podcast Open in a new window.

Advertising Rates
Advertising Rates
Advertising Rates 2010 (PDF) Open in a new window.

More Articles
More Articles

* From Idle Accuser to Action Hero
* "I Gave My Mother an iPad"
* Mankind Has Always Craved Energy
* Adrenaline: Breathtaking Pictures by Robert Bösch


Web Services
Web Services
E-mail this page : E-mail this page
Newsletter Newsletter
RSS : RSS
Podcasts : Podcasts
Twitter Twitter
Facebook Facebook


Footer - Credit Suisse Group
Print: Print
Accessibility Site Map Index A-Z

Copyright © 1997 – 2010 CREDIT SUISSE GROUP AG and/or its affiliates. All rights reserved.Terms of Use, Privacy Policiy and Global Patriot Act Certificate.

Language selector

* IT
* FR
* DE
* EN


Search - Credit Suisse Group
Search:
Fontsize: Larger Fontsize Smaller Fontsize

* Contact us
* Choose Country
* Home